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Página 92 de 95

Artista austríaco Erwin Wurm no CCBB Brasília

A mostra “O Corpo é a Casa” será inaugurada dia 21/4, com obras interativas e conceituais, que desafiam e distorcem, com humor, as formas presentes no dia a dia. Curadoria de Marcello Dantas. A exposição ficará em cartaz até o dia 26/6. Entrada franca.

O trabalho do artista contemporâneo austríaco será exibido pela primeira vez no Brasil e é destinado a todos que gostam tanto de arte conceitual quanto interativa.

A arte de Erwin Wurm desafia formas tradicionais encontradas em nosso cotidiano. Carros, casas e sofás ganham aspectos distorcidos e expandidos representados em esculturas, vídeos, instalações, performances e intervenções – para desafiar formas tradicionais presentes no dia a dia.

O humor permeia o universo de Wurm, que também é repleto de crítica ostensiva à sociedade de consumo e à cultura contemporânea.

Segundo o artista, o humor leva as pessoas a olhar para as coisas com mais cuidado. Wurm também coloca a interação do espectador como o ingrediente mais importante de sua arte.

A exposição é composta por cerca de 40 obras e dentre os destaques estão a Casa gorda (2003), com dimensões gigantescas e quase 2 toneladas de peso. 

Na série "O artista que engoliu o mundo", haverá uma seleção de trabalhos que discute a presença do artista em sua obra; já na Esculturas de um minuto os visitantes têm a oportunidade de interagir e transformar-se em obras instantâneas.

Dentro de casa e Comida são outras séries que fazem parte da exposição, juntamente com treze vídeos do artista, que estarão distribuídos nos diversos espaços do CCBB.

A experiência das obras de Erwin Wurm é menos uma contemplação formal de seus significados ou uma crítica feroz à sociedade de consumo - embora inevitavelmente elas também demandem isso -  é mais uma maneira de extrair do espectador deleite e senso de humor.

Sobre Erwin Wurm

Nasceu em Bruck an der Mur, Áustria (1954), onde vive e trabalha entre as cidades de Viena e Limberg.

O artista apresentará na 57 ª Bienal de Veneza, em 2017, a exposição intitulada Pavilhão de Luz.

É a quarta vez que ele participa desta Bienal. Ganhou exposições individuais em instituições consagradas pelo mundo como o Museum für Moderne Kunst (Berlim), Museum der Moderne (Salzburg), MACRO – Museo d‘Arte Contemporanea (Roma), Museum of Contemporary Art (Sydney), Peggy Guggenheim Collection (Veneza) Palais de Tokyo (Paris), Fundación Joan Miró, (Barcelona), The Photographers Gallery (Londres), MAK - Center for Art and Architecture (Los Angeles),  Städel Museum (Frankfurt), entre outros. Participou de dezenas de exposições coletivas, incluindo as mais importantes bienais como Veneza (quatro vezes), Lyon, Sevilha, Lüttich, Bucharest, Taipei, Liverpool, Montreal, Sydney e São Paulo, entre outras.
 
Sobre Marcello Dantas

O curador Marcello Dantas é o responsável por algumas das principais mostras de arte realizadas no Brasil, entre elas Invento: As Revoluções que nos Inventaram; CRU | Comida, transformação e arte; CICLO – Criar com o que Temos; Bossa na Oca, sobre os 50 anos da Bossa Nova; Roberto Carlos - 50 anos de música.
 
Dantas é ainda responsável por inovar o conceito de museologia atual, trazendo doses sem precedentes de inovação, em Museus como o Museu da Língua Portuguesa, Museu do Caribe na Colômbia, Museu das Minas e do Metal com vistas a oferecer aos visitantes o que ele chama de "uma experiência de imersão total".  Em 2016 assumiu o desenvolvimento do projeto Japan House do governo do Japão em São Paulo, marcado para abrir em 2017.
 
SERVIÇO
Exposição do artista contemporâneo Erwin Wurm: O Corpo e a Casa
Curadoria de Marcello Dantas
Centro Cultural Banco do Brasil - Brasília
Período da exposição: De 21 de a abril a 26 de junho de 2017
De quarta a segunda (fecha na terça), das 9h às 21h
Galeria I, II, Pavilhão e Caixa D´água

O CCBB disponibiliza ônibus gratuito, identificado com a marca do Centro Cultural. O transporte funciona de quarta a segunda-feira. Consulte todos os locais e horários no site e no Facebook.

O Centro Cultural também oferece transporte gratuito para escolas públicas, ONGs e instituições assistenciais do DF e entorno mediante agendamento pelo número 3108-7623 ou 3108-7624.

CCBB Brasília fica no SCES Trecho 2 – Brasília/DF Tel.: (61) 3108-7600

Criado em 2017-04-10 22:31:08

Banda Toro faz show Domingo no Parque de São Sebastião

Este projeto foi criado em 2010 para reivindicar a revitalização do Parque Ambiental do Bosque, em São Sebastião. Neste domingo (16/4), a partir das 14h, haverá música, poesia, teatro e cinema. O evento é gratuito.
 
Os ativistas culturais alertam para o risco do fechamento da Horta Comunitária Girassol, uma iniciativa de moradores locais que garante o abastecimento de alimentos a creches e ainda contribui para preservação de nascentes.

Entre os artistas confirmados estão o Dj Nicko, a musicista Carol Carneiro (música regional), o cantor Kelton Gomes (pop rock) e a Banda Toro (rock).

Também estão na programação a poetisa Lisa Alves e os poetas Edvair Ribeiro e Devana Babu.

As apresentações teatrais ficam por conta da Companhia Três Amiguinhos e o curta-metragem exibido será “Ao redor da mesa”, de Maurício Almeida.

O público poderá conferir ainda bazar da Casa Frida, feira de trocas e slack line.

Para as crianças, pintura de rosto e pula-pula. Durante o evento acontecerá ainda bate-papo “Rumos da Educação” com educadores da rede pública.

Um dos assuntos que será abordado é a permanência do Instituto Federal de Brasília na cidade.

Nesta edição, o Movimento Cultural Supernova, idealizador do projeto, apresenta o mascote do Domingo no Parque: um sagui, animal nativo do Parque Ambiental do Bosque e que se torna símbolo da luta pela preservação do local.

Durante o evento, os participantes serão convidados a ajudar na escolha do nome deste mascote.

O projeto - O Domingo no Parque é desenvolvido desde 2010 no em São Sebastião pelo Movimento Cultural Supernova. Esse projeto acontece todo terceiro domingo do mês.

O principal objetivo é levar lazer à comunidade e ocupar o espaço público, alertando para a necessidade de revitalização do Parque. Neste ano, a iniciativa é financiada pelo Fundo de Apoio à Cultura do DF (FAC).
 
Serviço:
Domingo no Parque
Data: 16/04, a partir das 14h.
Local: Parque Ambiental do Bosque em São Sebastião
Endereço: Bairro Residencial do Bosque

Atrações:

Música:

Banda Toro (rock)
Carol Carneiro (música regional)
Dj Nicko (música eletrônica)
Kelton Gomes (pop rock)

Poesia:
Lisa Alves
Edvair Ribeiro
Devana Babu

Teatro:
Cia. Três amiguinhos

Audiovisual:
Ao redor da mesa

Extras:

Bate-papo “Rumos da educação” com educadores (as) da rede pública
Bazar – Casa Frida
Feira de Trocas – Jéssica Santos
Pintura de rosto – Roberta Santos
Pula-pula + slack line – Gabranjo Muniz
 
Equipe técnica do projeto:
Priscilla Sena – Coordenação Administrativa
Isaac Mendes – Coordenação Geral e Apresentação
Nanah Farias – Coordenação Executiva e Fotografia
Raony Almeida – Produção Executiva
Nanda Pimenta – Repórter
Estela Sena – Mídias Sociais
Vanessa Rodrigues - Assistência de Palco
Zeca Oreba – Assistência de Cinegrafia
Ricardo Caldeira - Programação visual
Edvair Ribeiro - Fotografia
Cristiano Silva – Fotografia
Nilmar Paulo - Cinegrafia
Larissa Souza - Assessoria de imprensa
DJ Nicko – Sonorização e DJ

Criado em 2017-04-10 21:47:16

Imagens de Bassul e Zuleika de Souza passeiam na Alfinete

As novas exposições da Alfinete Galeria oferecem diferentes abordagens da arquitetura urbana na fotografia. Entre quadras é uma viagem por Brasília, através das imagens de José Roberto Bassul e Zuleika de Souza.

Em "As cinco maneiras de construir: um guia prático", Júlia Milward se inspira em tratado arquitetônico renascentista de Sebastiano Serlio. A Alfinete Galeria fica na CLN 103, bloco B, loja 66. Abertura sábado, 8/4, às 18h. Em exposição até o dia  29/4. Visitação - quinta e sexta, das 14h30 às 18h e sábado, das 15h às 20h. Entrada franca.

As fotos expostas são olhares diferenciados sobre a arquitetura urbana. De um lado, o encontro da artista Júlia Milward com estruturas clássicas que surgem no ambiente das cidades como resquícios de tempos passados, na exposição "As cinco maneiras de construir: um gruia prático", exibida na Sala Um.

De outro, as imagens em preto e branco assinadas pelo arquiteto e fotógrafo José Roberto Bassul, que oferecem ângulos surpreendentes de construções da capital brasileira, e as fotografias cheias de cor da fotógrafa Zuleika de Souza (foto), que investigam a ação humana sobre a paisagem.



Os dois dividem a exposição "Entre quadras", na Sala Dois, que tem curadoria da escritora e doutora em História da Arte Graça Ramos.

Criado em 2017-03-31 14:18:38

Orquestra do TNB apresenta concerto para crianças autistas

2º Concerto Inclusivo dia 01 de abril (neste sábado), 11h, no Cine Brasília (105/106 Sul). Regência do maestro Claudio Cohen.

Criança não para quieta. Faz barulho, brinca, se mexe o tempo todo e faz birra. Talvez por isto, muitos pais ainda não levam seus filhos pequenos para assistir a um concerto sinfônico.

Este projeto especial pretende acabar com toda essa formalidade e dar liberdade aos espectadores de todas as idades. O concerto deste sábado é voltado às crianças autistas e seus familiares, mas aberto a todos os interessados.

A iniciativa é do maestro da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional, Claudio Cohen, Cláudio Cohen, e da psicóloga e fonoaudióloga infantil, Michelle Procópio, e tem como principal objetivo diminuir o distanciamento entre os eventos culturais e os indivíduos portadores de necessidades especiais.

A atividade antecede o Dia Mundial de Conscientização do Autismo, celebrado em 02 de abril e alerta para a importância da inclusão social de pessoas com esta característica.

Por isto, o concerto que usa a música como instrumento de socialização e valorização da diversidade proporciona um ambiente confortável onde se promoverá o respeito e aceitação das diferenças individuais para a construção de uma sociedade mais justa, igualitária e inclusiva.

Todos os detalhes serão adaptados para autistas. A iluminação será maior, e a intensidade sonora será ajustada para reduzir o desconforto de pessoas com distúrbios sensoriais.

Durante a apresentação, os indivíduos terão liberdade para explorar o local, podendo conversar, levantar, andar e até correr pelo espaço. Haverá profissionais capacitados para oferecer suporte se necessário, bem como terapeutas para auxiliar tanto os autistas quanto seus acompanhantes.

O repertório regido pelo maestro Claudio Cohen será diversificado, abrangendo peças clássicas como, Aquarela do Brasil, de Ary Barroso, até trilhas famosas do cinema, como Star Wars, Super-Homem, Batman entre outras.

Será a segunda edição do concerto, que aconteceu pela primeira vez no ano passado e provocou reações positivas dos pais.

No Brasil, há pelo menos dois milhões de pessoas com autismo - são mais de 70 milhões no mundo inteiro, segundo a Organização das Nações Unidas (ONU).

Serviço:
2º Concerto Inclusivo
Data: 01 de abril
Horário: 11h
Local: Cine Brasília

Criado em 2017-03-30 18:41:40

Cinema soviético na era digital

João Lanari Bo -

Um dos atributos do mundo digital que nos cerca por todos os lados é a (inédita) possibilidade de uma arqueologia, no sentido empregado por Foucault, algo que “remete ao tipo de pesquisa que se dedica a extrair os acontecimentos discursivos como se eles estivessem registrados em um arquivo”.

A arqueologia das imagens ocupa-se em detectar os discursos, em especial os cinematográficos, e sua formação histórica em um determinado campo do saber.

No ano em que a revolução bolchevique completa um século de história – século turbulento e estimulante– um mergulho nessa arqueologia através de ferramentas digitais, o indefectível YouTube, pode ser recompensador.

Por exemplo: o esplêndido longa-metragem “The new Babylon”, produção de 1929 dirigido pela dupla Grigori Kozintsev e Leonid Trauberg, está apenas a um clique do espectador, em versão restaurada e com subtítulos em inglês ou francês – puro deleite.

Os anos finais da década de 1920 configuram uma virada na revolução soviética – Stalin, que havia consolidado sua base no Congresso do Parido Comunista em 1927, expulsa os trotskistas e publica, em outubro de 1928, o premonitório texto sobre os perigos da direita no Partido, que abre dessa forma: “Creio, camaradas, que é necessário antes de mais nada por de lado os pequenos detalhes, as questões pessoais, etc., para resolver o problema que nos interessa: o desvio de direita... no nosso Partido”.

A experimentação artística daria lugar ao tépido realismo socialista. Em 1928 é adotado o primeiro plano quinqüenal, estabelecendo metas e prioridades para toda a economia; começa a coletivização da agricultura; centenas de milhares de agricultores relativamente prósperos são mortos, suas casas destruídas e suas propriedades confiscadas.

Industrialização é a prioridade adotada a ferro e a fogo, custe o que custar.

Kozintev e Trauberg fundaram em 1921 a “Fábrica do Ator Excêntrico” (veja Manifesto), misturando teatro e literatura com as “artes baixas” do circo e narrativas populares.

Pensado como reação ao teatro compenetrado e psicológico de Stanislavski, o coletivo rapidamente migrou para o cinema, levando uma plêiade de atores, fotógrafos e roteiristas.

“The New Babylon” se passa no não menos turbulento período da Comuna de Paris, em 1873. Expressionismo nas imagens e gestos, contraponto sarcástico entre burgueses e “communards”, o filme se apoia no amor impossível de um soldado e uma vendedora do “New Babylon”, feérica loja de departamentos na capital francesa.

A Comuna parisiense – fonte de inspiração de nove entre dez revolucionários, começando por Marx, Lenin e Mao – é o pretexto para uma estupenda experiência de linguagem, de montagem e composição das imagens, de representação e crítica social.

Foi a primeira produção com trilha musical exclusiva, explorando variações orquestrais e motivos fotográficos – e assinada por ninguém menos do que Dmitri Shostakovich, o genial compositor, que tinha 23 anos à época e gostava de tocar piano acompanhando sessões de cinema.

O filme foi admoestado implacavelmente antes do lançamento, que acabou ocorrendo sem a execução musical.

Cerca de 20% da metragem original foi cortada: as citações, da “Marseillaise” ao “music hall”, junto com interpolações assimétricas de som e imagem, revelaram-se intragáveis para olhos e ouvidos do Partido, e banidas.

Mas Shostakovich guardou uma versão anotada, descoberta após a sua morte, em 1975.

A versão do Youtube complementa a restauração da imagem com a música original.

Um dos últimos suspiros da vanguarda artística soviética, o brilhante “The new Babylon” agora ao alcance do dedo.

Criado em 2017-03-28 14:36:18

Documentário português estreia no Cine Brasília

“Volta à Terra” (Portugal/Suíça/França, 2016), dirigido por João Pedro Plácido. Em exibição a partir do dia 23/3, às 15h40, no Cine Brasília (106 Sul).

Veja a programação de 23 a 29 de março (exceto dia 28):
 
Com sete diferentes filmes na programação, o Cine Brasília promove a estreia do aclamado documentário português Volta à Terra. A produção venceu o Doc Lisboa e ganhou a medalha de prata no Festival italiano de Trento.

Entre outros destaques estão o documentário Jonas e o Circo sem Lona, bem considerado pela crítica; o longa franco/belga O Filho de Joseph, obra que muitos acreditam estar nas futuras listas de os melhores filmes do ano; Souvenir, delicado musical com a grande estrela do cinema francês atual, Isabelle Hupert, além do clássico Hiroshima, Meu Amor, inegavelmente um dos maiores filmes de todos os tempos, e a volta de Santoro – O Homem e sua Música, em duas sessões especiais no sábado e no domingo.      
 
Quinta-feira, dia 23/03

SESSÃO VITRINE PETROBRAS:

14h - Jonas e o Circo Sem Lona (Brasil, 2016, documentário, 81 min., classificação livre), direção: Paula Gomes.

Sinopse: Jonas, 13 anos, nasceu num circo itinerante. Há anos se mudou com a família para Salvador, mas não se acostumou ao novo estilo de vida. Assim, criou seu próprio circo no quintal de casa. Agora ele sonha manter vivo o circo, projeto cada dia mais difícil. Enquanto luta por isso, Jonas enfrenta o grande desafio de crescer (foto).



15h40 – ESTREIA - Volta à Terra (Portugal/Suíça/França, 2016, documentário, 78 min., classificação 12 anos), direção: João Pedro Plácido.

Sinopse: Conta a história de uma comunidade em extinção: camponeses que praticam agricultura de subsistência numa aldeia das montanhas do norte de Portugal, esvaziada pela imigração. Entre a evocação do passado e um futuro incerto, seguimos os 49 habitantes da Uz pelas quatro estações do ano.

Entre eles encontramos António, antigo emigrante que realizou o sonho de regressar ao país, e Daniel, jovem pastor que sonha com o amor ao anoitecer.

17h - Souvenir (Bélgica, Luxemburgo, França, 2017, romance, 90 min, classificação 16 anos), direção: Bavo Defurne.

Sinopse: Liliane já teve dias de glória como promissora estrela da música, ficando em segundo lugar num famoso show de talentos da Europa, em 1974. Após anos esquecida pelo público e trabalhando numa fábrica, sua vida vira do avesso quando ela se apaixona por Jean, boxeador de 21 anos que a leva a sonhar com a volta aos palcos.

18h40 - Era O Hotel Cambridge (Brasil, 2016, Ficção, 93 min, classificação indicativa 12 anos, com: Zé Dumont, Suely Franco e Carmen Silva), direção: Eliane Caffé.

Sinopse: O filme narra a trajetória de refugiados recém-chegados ao Brasil que, juntos com trabalhadores sem-teto, ocupam um velho edifício abandonado no centro de São Paulo. Em meio à tensão diária da ameaça do despejo, revelam-se dramas, situações cômicas e diferentes visões de mundo.

20h20 - O Filho de Joseph (Le Fils de Joseph, França/Bélgica, 2015, drama, 115 min., classificação 14 anos), direção: Eugène Green.

Sinopse: Vincent, adolescente de 15 anos, foi criado com amor pela mãe, Marie, mas ela sempre se recusou a revelar quem é seu pai. Ele finalmente descobre que é um certo Oscar Pormenor, editor parisiense egoísta e cínico. Vincent desenvolve um violento plano de vingança, mas o encontro com Joseph, homem que vive à margem da sociedade, tem profundo impacto na vida de mãe e filho.

Sexta-feira, dia 24/03
 
14h - Hiroshima, Meu Amor (Hiroshima, non amour, França/Japão, 1959, drama, 92 min., classificação 12 anos), direção: Alain Resnais.

Sinopse: Um encontro ocasional em Hiroshima faz surgir romance entre um arquiteto japonês e uma atriz francesa que está na cidade participando de um filme sobre a paz. A relação amorosa constitui a base para Resnais explorar a natureza da memória, da experiência e da representação.

Além de amantes, eles também se tornam confidentes, o que traz a memória de uma história, nunca contada antes, do primeiro amor dela. Durante a Segunda Guerra Mundial, em Nevers, ela se apaixonou por um soldado alemão. No dia em que a cidade foi libertada, ele foi baleado e morto e ela submetida à humilhação e a desonra pública.

15h40 – Volta à Terra (Portugal/Suíça/França, 2016, documentário, 78 min., classificação 12 anos), direção: João Pedro Plácido.

17h - Souvenir (Bélgica, Luxemburgo, França, 2017, romance, 90 min, classificação 16 anos), direção: Bavo Defurne.

18h40 - Era O Hotel Cambridge (Brasil, 2016, Ficção, 93 min, classificação indicativa 12 anos, com: Zé Dumont, Suely Franco e Carmen Silva), direção: Eliane Caffé.

20h20 - O Filho de Joseph (Le Fils de Joseph, França/Bélgica, 2015, drama, 115 min., classificação 14 anos), direção: Eugène Green.

Sábado, 25/03
 
11h - Santoro - O Homem e sua Música (Brasil, 2017, documentário, 88 min., classificação livre), direção: John Howard.

Sinopse: Vida e obra do músico, compositor e maestro Claudio Santoro (1919/1989). Autor de mais de 600 obras em 50 anos de carreira, Santoro é considerado um dos mais importantes músicos eruditos do Brasil ao lado de Carlos Gomes e Villa-Lobos.

14h - Jonas e o Circo Sem Lona (Brasil, 2016, documentário, 81 min., classificação livre), direção: Paula Gomes.

15h40 - Volta à Terra (Portugal/Suíça/França, 2016, documentário, 78 min., classificação 12 anos), direção: João Pedro Plácido.

17h00 – Souvenir (Bélgica, Luxemburgo, França, 2017, romance, 90 min, classificação 16 anos), direção: Bavo Defurne.

18h40 - Era O Hotel Cambridge (Brasil, 2016, Ficção, 93 min, classificação indicativa 12 anos, com: Zé Dumont, Suely Franco e Carmen Silva), direção: Eliane Caffé.

20h20 - O Filho de Joseph (Le Fils de Joseph, França/Bélgica, 2015, drama, 115 min., classificação 14 anos), direção: Eugène Green.

Domingo, dia 26/03
 
11h – Santoro - O Homem e sua Música (Brasil, 2017, documentário, 88 min., classificação livre), direção: John Howard.

14h – Hiroshima, Meu Amor (Hiroshima, non amour, França/Japão, 1959, drama, 92 min., classificação 12 anos), direção: Alain Resnais.

15h40 - Volta à Terra (Portugal/Suíça/França, 2016, documentário, 78 min., classificação 12 anos), direção: João Pedro Plácido.

17h00 – Souvenir (Bélgica, Luxemburgo, França, 2017, romance, 90 min, classificação 16 anos), direção: Bavo Defurne.
18h40 - Era O Hotel Cambridge (Brasil, 2016, Ficção, 93 min, classificação indicativa 12 anos, com: Zé Dumont, Suely Franco e Carmen Silva), direção: Eliane Caffé.

20h20 - O Filho de Joseph (Le Fils de Joseph, França/Bélgica, 2015, drama, 115 min., classificação 14 anos), direção: Eugène Green.
 
Segunda-feira, dia 27/03
 
18h40 - Souvenir (Bélgica, Luxemburgo, França, 2017, romance, 90 min, classificação 16 anos), direção: Bavo Defurne.

20h20 - O Filho de Joseph (Le Fils de Joseph, França/Bélgica, 2015, drama, 115 min., classificação 14 anos), direção: Eugène Green.
 
Terça-feira, dia 28/03

Concerto da OSTNCS, 20h - Entrada Franca
 
Quarta-feira, dia 29/03

14h - Hiroshima, Meu Amor (Hiroshima, non amour, França/Japão, 1959, drama, 92 min., classificação 12 anos), direção: Alain Resnais.

15h40 - Volta à Terra (Portugal/Suíça/França, 2016, documentário, 78 min., classificação 12 anos), direção: João Pedro Plácido.

17h - Souvenir (Bélgica, Luxemburgo, França, 2017, romance, 90 min, classificação 16 anos), direção: Bavo Defurne.

18h40 - Era O Hotel Cambridge (Brasil, 2016, Ficção, 93 min, classificação indicativa 12 anos, com: Zé Dumont, Suely Franco e Carmen Silva), direção: Eliane Caffé.

20h20 - O Filho de Joseph (Le Fils de Joseph, França/Bélgica, 2015, drama, 115 min., classificação 14 anos), direção: Eugène Green.

S E R V I Ç O:
Ingressos: R$ 12 (inteira) R$ 6 (meia)
Programador responsável: Sergio Moriconi. Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
Programação Completa em: www.cultura.df.gov.br e facebook.com/cinebrasilia1960
Cine Brasília
Tel: (61) 3244 1660 / 3443 9153
EQS 106/107, s/n, Asa Sul
CEP: 70.345-400 Brasília-DF

Criado em 2017-03-21 04:01:11

Livro conta a construção das bases do Golpe de 1964

O livro “A Repressão Militar-Policial no Brasil - O Livro Chamado João” será lançado com um debate entre Hamilton Pereira (Pedro Tierra) e José Carlos Vidal. Participação especial da ex-deputada Arlete Sampaio, no dia 30/3 (quinta-feira), às 19h, na Livraria Sebinho (Quadra 406 Norte), em Brasília. Agende!

Hamilton Pereira, ex-secretário de Cultura do DF e Paulo Vanuchi, ex-ministro dos Direitos Humanos no governo Lula, são alguns dos autores da obra, publicada pela Editora Expressão Popular.

A obra escrita por nove militantes durante o período em que cumpriram penas no Carandiru e no presídio do Barro Branco, entre 1973 e 1975, só foi impressa no final do ano passado.

Que circunstâncias econômicas e sociais permitiram o êxito do Golpe Militar de 1964? Como o Estado se organizou para impedir que as vozes dissidentes fossem ouvidas? Esses são alguns questionamentos que o livro procura responder.

Os textos tratam desde os fundamentos ideológicos, políticos, os vínculos de segmentos militares com a política externa dos Estados Unidos, alinhando o Brasil às políticas do Departamento de Estado contra União Soviética, no contexto da Guerra Fria.

“A formulação teórica que deu base ao Golpe foi construída na Escola Superior de Guerra, liderada por Golbery do Couto e Silva, Humberto de Alencar Castelo Branco, Ernesto Geisel, Orlando Geisel e Olímpio Mourão Filho, dez anos antes do Golpe”, conta um dos autores do livro e ex-secretário de cultura do DF, Hamilton Pereira.

A obra faz um resgate histórico do desenvolvimento do país, traçando sua trajetória até chegar ao golpe.  Aponta os aspectos econômicos e de subdesenvolvimento e como as instituições jurídicas e políticas foram tratadas.

“O golpe não foi improvisado. Exigiu uma construção elaborada porque a tomada do poder demandava um projeto autoritário de país que pudesse deter o avanço das classes populares e, para tanto, precisava romper com a constituição liberal de 1946”, afirma Pereira.

Há um capítulo especial sobre a construção do aparato repressivo. Ele foi unificado com a criação do Sistema Nacional de Informações, que integrou as Delegacias e Departamentos de Ordem Política e Social (Dops) que funcionavam nos Estados e foi liderado pelo Serviço Nacional de Informações (SNI), criado por Golbery.

Essa unificação produziu um salto de qualidade na repressão aos movimentos populares e às forças de esquerda que combatiam o regime.

Permitiu a difusão das técnicas de tortura que passaram a ser utilizadas de forma sistemática em todo o país para aniquilar os opositores do regime.

“No livro, traçamos uma evolução da tortura na história do Brasil, destacando os instrumentos e as técnicas de tortura utilizadas, como as técnicas francesas utilizadas na guerra da Argélia, por exemplo”, explica o ex-secretário.

São autores o advogado Aton Fon, Carlos Lichtsztejn, Celso Horta, Gilberto Belloque, José Carlos Vidal, Manoel Cyrillo Netto, Paulo Vannuchi e Reinaldo Morano Filho e Hamilton Pereira (Pedro Tierra).

O lançamento será precedido por um debate sobre o período com participação dos autores Hamilton Pereira e José Carlos Vidal, e da ex-deputada Arlete Sampaio.

“Embora tenha sido escrito há 40 anos, é muito atual. É interessante perceber que os segmentos sociais que apoiaram o golpe de 1964, como grandes empresários ligados ao setor financeiro, parte da mídia, o agronegócio e que arrastaram a classe média, também estavam presentes no apoio à deposição da presidente Dilma Rousseff”, afirma Pereira.

Serviço:
Lançamento e debate sobre o Livro A repressão militar-policial no Brasil – O livro Chamado João.
Data: 30/03/2017
Local: Sebinho Livraria, Cafeteria e Bistrô – 406 Norte Bl. C
Horário: 19h

Criado em 2017-03-18 20:29:20

Silêncio de Deus

João Lanari Bo -

Como é possível dialogar com Deus? O Deus dos cristãos veio à Terra na forma de Filho, para sofrer o calvário da cruz e dialogar com o povo eleito, os judeus.

Deixou um núcleo de seguidores que se multiplicou pelo mundo. O mito de Cristo resta como a mais bem sucedida construção mítica da história.

No Japão medieval, muitos foram os que procuraram a palavra de Deus. Muitos foram também os que pagaram com a vida por essa procura, ou que praticaram a fé em cavernas e catacumbas, tal como os cristãos primitivos no Império romano.

Martin Scorcese é um dos raros diretores de cinema detentor de uma poderosa marca autoral. Não é pouca coisa.

Mafiosos sádicos e cocainômanos de Wall Street são habitués na sua galeria de personagens, mas as mazelas da espiritualidade também tem espaço na sua filmografia, da última tentação de Cristo ao indefectível Dalai Lama.

Agora o ítalo-argentino aventura-se na incrível saga dos jesuítas no Japão, na aurora da globalização, em pleno século 16, quando os navegantes portugueses deram a volta no globo:     “Silêncio”, a magnífica produção de Scorcese, narra as desventuras dos “padres” em meio a um dos períodos mais conturbados da história do país-arquipélago, quando o Xogunato Tokugawa buscava afirmar-se diante dos irascíveis e impiedosos senhores feudais.

O filme inspira-se na obra do igualmente magnífico Endo Shusako, raro escritor japonês de confissão católica, habilidoso em romances históricos.

Padre Cristovão Ferreira, por exemplo, é um personagem real: acabou fazendo a apostasia, renegando sua fé cristã, depois de seis horas pendurado de cabeça num poço, com um sutil corte na jugular.

Ferreira, no livro e no filme, é o objeto da busca de dois devotados e jovens jesuítas.

Apostatou para poupar não apenas a própria vida, mas também a dos japoneses que insistiam na fé cristã.

Naquele contexto histórico, não era apenas a fé que incomodava os opressores – ao longo do “século cristão”, como é conhecido esse intervalo histórico, muitos desses cristãos participaram de sublevações contra a ordem feudal.

Uma história de mártires e devoção, que durou de 1549, com a chegada de São Francisco Xavier ao Japão, até 1650, com a proibição do comércio exterior e o estabelecimento de um minúsculo entreposto comercial holandês em Nagasaki, único contato do Japão com o mundo exterior.

No apogeu, cerca de 300 mil almas seguiam Jesus Cristo no Japão. Depois de pouco mais de 200 anos de isolamento, vieram à tona quase 60 mil remanescentes, os “cristãos ocultos”, que mantiveram a fé nas cavernas.

Hoje, no sincrético e utilitarista Japão moderno, um por cento da população segue o cristianismo.

Mas, como diz o Inquisidor Inoue, um dos melhores personagens do filme e livro (também real), o Japão é um pântano.

As pessoas nascem xintoístas, casam cristãs e morrem budistas, diz o dito popular.

Criado em 2017-03-16 03:39:36

Lançamento de livro e bate-papo com Frei Beto

Dia 6/4 (quinta-feira), 19h, na Livraria Visconde – 405 Sul, Bloco C, Loja 38, Brasília. -

O livro “Frei Betto, biografia”, de Américo Freyre e Evanize Sydow, tem prefácio de Fidel Castro. A Editora Civilização Brasileira e a Livraria Visconde avisam que os autores e o biografado participarão de um bate-papo no dia do lançamento. Agende.

Criado em 2017-03-16 03:36:08

Zaz canta pela primeira vez em Brasília

Cantora francesa se apresenta dia 31 de março, sexta-feira, às 21h30, no NET Live Brasília (SHTN, Trecho 2, Conjunto 5, Lote A - Asa Norte, Brasília).

Aclamada internacionalmente, a jovem cantora francesa Isabelle Geoffroy, ou simplesmente Zaz, é dona de uma voz singular, alguns acham que ela é a herdeira digna da Edith Piaf.

Ela desafia, provoca e seduz. Em resumo ela não passa batido, nem mesmo no quesito moda, já que seu estilo street parisiense típico do bairro boêmio de Montmatre inspira muitas mulheres antenadas.

Zaz estourou com a canção “Je Veux”, em 2010, cuja letra denuncia o consumismo e a obsessão pelo dinheiro de maneira incauta, ingênua.

No entanto, foi, sobretudo, seu ritmo energético e melodia cativante que conquistou a maioria dos ouvintes. Depois disso, todos os outros discos de Zaz foram grande sucesso, mas sempre dividiram os profissionais da música.


Em 2006, decidida a ser cantora, Zaz  saiu de Bordeaux rumo a  Paris, onde  cantou  em cabarés e nas ruas de Montmartre por um ano, até que o anúncio de uma gravadora mudou sua vida.

Nele, o compositor Kerredine Soltani procurava uma jovem  para interpretar canções de jazz, e Zaz se enquadrava perfeitamente  no perfil. 

No  mesmo  período,  conheceu o cantor francês Raphaël Haroche, que seduzido pela sua voz, escreveu três das onze canções  do  seu primeiro álbum.

Nos últimos anos, Zaz tem sido uma das artistas que mais comercializa discos em todo o mundo. Seus dois primeiros álbuns venderam mais de três milhões de cópias em mais de 50 países, indo do Chile ao Egito, da Alemanha à China. Ainda integrou a trilha sonora do filme A Invenção de Hugo Cabret, de Martin Scorsese, além de ter sido convidada por Plácido Domingo para fazer um dueto em La Chanson Des Vieux Amants.

Paris, o disco lançado em 2015 dedicado às canções da cidade luz, teve produção de Quincy Jones, que não poupou elogios à cantora a quem atribuiu como sendo uma das mais belas vozes que já ouviu: “Ela tem as verdadeiras raízes no blues em sua voz e você poderia jurar que ela veio direto do gueto.”

Segundo Charles Aznavour, o grande ícone da música francesa: "Zaz tem um apelo natural e pode cantar qualquer coisa que agite sua alma".

Criado em 2017-03-08 14:31:38

Fio a Fio no Teatro da Caixa

Espetáculo de dança-teatro, com Giselle Rodrigues e Édi Oliveira, de 17 a 19 de março, no Teatro da Caixa. Sexta e sábado às 20h e domingo às 19h. Ingressos: R$20 (inteira) e R$10 (meia).

Fio a Fio aborda o período da vida em que precisamos lidar com o envelhecer.

O que representa viver com um corpo que perde capacidades e, ao mesmo tempo, ganha sabedoria com o acúmulo das experiências vividas?

Como aceitar o fato de que quando estamos mais prontos para a vida é quando nosso corpo mais precisa de trégua?

A intuição da morte, a perda da memória, a fragilidade física, a solidão, mas também o afeto, o companheirismo, a serenidade, permeiam, entre outras questões, uma atmosfera onde o tempo é sentido por meio da dilatação e da contemplação, e onde a velhice é revelada em sua dureza e em sua doçura.

Concebido e interpretado por Giselle e Édi em parceria com Kênia Dias, o espetáculo tem a iluminação de Dalton Camargos e Moisez Vasconcellos, figurino e cenário de Roustang Carrilho e a trilha sonora de Tomás Seferin.

Fio a Fio estreou em outubro de 2015. Em 2016 participou de dois festivais no Brasil: o Festival Brasileiro de Teatro - XVIII Edição (RJ) e o Cena Contemporânea - Festival Internacional de Teatro de Brasília (DF).

Participou, ainda em 2016, da mostra do Prêmio SESC do Teatro Candango, na qual foi premiado nas seguintes categorias: melhor espetáculo, melhor direção, melhor atriz, melhor trilha sonora, melhor cenário e melhor figurino.

Serviço:

Fio a Fio, com Giselle Rodrigues e Édi Oliveira – Espetáculo de dança-teatro
De 17 a 19 de março de 2017
Hora: Sexta e Sábado às 20h e Domingo às 19h
Local: Teatro da Caixa Cultural Brasília - SBS Qd 4
Ingressos: R$ 20 (inteira) e R$10 (meia para estudantes, professores, maiores de 60 anos, funcionários Caixa, clientes Caixa e doadores de 1kg de alimento não perecível).
Bilheteria: Venda de ingressos a partir de 11 de março. Funcionamento de terça a sexta e domingo, das 13h às 21h, e sábado, das 9h às 21h.
Mais informações: (61) 3206-6456
Classificação indicativa: Não recomendado para menores de 12 anos
Fotografia de divulgação: Diego Bresani

Criado em 2017-03-06 22:33:13

Duas exposições na Alfinete Galeria

Córtex e Circuito - Ciclo de exposições sobre colecionismo. Abertura no sábado, 11/3, 18h. Em exposição até o dia  1º de abril. Visitação quinta e sexta, das 14h30 às 18h. Sábados, das 15h às 20h. Entrada franca.

A exposição “Córtex”, de Fernando Aquino, apresenta ao público uma seleção de quatro trabalhos de ateliê produzidos ao longo do último ano.

Fernando Aquino nasceu em Araújos-MG, mas vive e trabalha em Brasília desde 2003. Aborda o desenho em sua totalidade, com destaque para a construção de algoritmos de desenho e conceitos de geometria natural. Estuda atentamente a origem e a construção imagética em nossa sociedade, de Lucas Evangelista aos códices indígenas.
Site: www.programaçãográfica.com.br

Para o Circuito - Ciclo de exposições sobre colecionismo, a Galeria Alfinete apresenta a Primeira Mostra: Coleção Marcelo Sávio.

A partir deste mês a galeria abre espaço para promover o encontro do público com colecionadores particulares.

O objetivo do projeto é lançar luz no ato de construir uma coleção de arte, quais os motivos e como os colecionadores agem em relação ao circuito de arte.

A cada ano um colecionador será convidado para expor parte do seu acervo na Sala DOIS da Alfinete Galeria.

Artistas que participam da mostra Coleção Marcelo Sávio: André Santangelo, Bia Medeiros, Clarissa Borges, Derik Sorato, Gabi, Gavin Turk, Hércules Barsotti, Heron, Ivan Serpa, Leopoldo Wolf, Nazareno, Polyanna Morgana, Raquel Nava, Vírgilio Neto.

Marcelo Sávio

Arquiteto, brasiliense desde 1992, colecionador de objetos diversos. Livros, playmobil, papéis, óculos, camisetas pretas, mais papéis. Serigrafias, ilustrações, desenhos, pinturas. Piano, mapoteca.

Serviço:
Alfinete Galeria CLN 103 bloco B loja 66.
Abertura sábado 11 de março às 18h.
Em exposição até o dia  01 de abril.
Visitação - quinta e sexta – das 14h30 às 18h
sábado das 15h às 20h.
Entrada franca.
Informações: alfinetegaleria.com.br

Criado em 2017-03-06 22:29:47

A resistência à ditadura na UnB

Inês Ulhôa -

Dia 28 de março, a Editora UnB lança o livro "Paixão de Honestino", de Betty Almeida, que relata a trajetória do líder estudantil Honestino Guimarães, que completaria, nesse dia, 70 anos.

A homenagem inclui o lançamento do livro, uma mesa de debates e exibição de dois documentários sobre sua vida – um realizado pelo CUCA/UNE e ou outro pela cineasta Maria Coeli.

A história e a memória se entrelaçam e se complementam nesta obra biográfica de um dos mais importantes líderes estudantis que o Brasil já conheceu.

Betty Almeida, mesmo depois do desaparecimento de Honestino, buscou relatos da mãe, irmãos, filha, de suas ex-mulheres e de tantos companheiros de luta, além dos arquivos e fontes oficiais para traçar esse relato histórico tão primoroso e fiel aos acontecimentos que marcaram a trajetória do militante que se destacou desde o início por sua combativa intervenção no movimento estudantil.

Na luta pela resistência à repressão e à tirania na Universidade de Brasília durante o período do regime militar no Brasil, mais conhecido como os anos de chumbo, de 1964 a 1985, Honestino Guimarães, que não viveu o suficiente para ver a derrocada do regime que ele tanto combateu, foi um líder inconteste.

A autora recupera a trajetória do militante libertário e traz aos leitores de hoje a reflexão do que essa memória pode significar nos dias atuais para os que ainda lutam por liberdade e por uma sociedade menos injusta e desigual.

“Paixão de Honestino” distingue-se da grande maioria dos livros dedicados a biografias por se propor a trazer à discussão elementos da memória e da “desmemória” brasileira em relação aos anos da ditadura não como uma concepção linear do tempo, mas de como esse tempo pode nos conduzir à intensidade da história vivida por Honestino Guimarães.

Honestino nunca quis a violência, mas foi sua principal vítima. Preso inúmeras vezes, amargou inquéritos que lhe impingiram 25 anos de prisão. Sem alternativa, entrou para a clandestinidade. Sabia que seu destino estava traçado. Mesmo assim, fiel a seus ideais, foi um resistente a se exilar, “para não deixar de cumprir seu papel na História e, sobretudo, para não abandonar os que ficaram”.

Até hoje não se sabe como. Desapareceu em 10 de outubro de 1973 e levou consigo a sua certeza de não aceitar a condição de oprimido e ter como perspectiva o direito à liberdade e à cidadania.

Aos dezoito anos, Honestino escreveu um poema em que diz: “Eu construo a verdade do mundo/ e a busco na igualdade de todos/ e na liberdade do homem./ Pois eu construo a festa/ cantando e lutando por um mundo liberto e igual/ pelo mundo que vai chegar/ com a manhã mais bela que as manhãs todas, / com a festa dos homens livres. E eu luto pela festa do mundo.”
___________________
Serviço:
Dia 28 de março, a Editora UnB lança o livro "Paixão de Honestino", de Betty Almeida, que relata a trajetória do líder estudantil Honestino Guimarães. Honestino Guimarães completaria, nesse dia, 70 anos. A homenagem inclui o lançamento do livro, uma mesa de debates e exibição de dois documentários sobre sua vida – um realizado pelo CUCA/UNE e ou outro pela cineasta Maria Coeli.

Criado em 2017-02-24 12:29:59

Carnaval Multicultural no CCBB Brasília

Dias 26 e 27 de fevereiro, de 11h às 21h. Ingressos: R$ 5 (meia) e R$ 10 (inteira). Brincadeiras, oficinas, apresentações musicais e atividades para adultos e crianças.

Além de decoração inspirada no universo do circo, músicas tradicionais: marchinhas, frevo, maracatu e samba reggae.

Serão oferecidas oficinas de maquiagem, confecção de adereços, de instrumentos, customização, malabares etc.

E ainda, baile de carnaval especial para bebês com o som do Kid Criolina e desfile de fantasias infantis.

Ingressos à venda: https://www.bilheteriadigital.com/carnaval-multicultural-ccbb-26-de-fevereiro

No Carnaval Multicultural do CCBB Brasília, dois dias inteiros de atividades, o frequentador contará com o samba reggae da Banda Batalá, o frevo da Orquestra Popular Marafreboi, o maracatu da Orquestra Alada Trovão da Mata e as marchinhas do Carnaval Turbilhão.

Nos gramados, um grupo de artistas circenses, sob a coordenação do Circo Grock (que vem de Natal/RN especialmente para o Carnaval), desenvolverão brincadeiras circenses com malabares, pernas de pau e bambolês.

Uma hilária banda de palhaços, coordenada pelas palhaças Matusquela e Cenoira, vai passear pelo local, animando a garotada. As crianças também vão se divertir na brinquedoteca e nas duas sessões diárias do Baby Baile de Carnaval, comandado pelos DJs do coletivo Criolina, em versão infantil, com direito à mistura de clássicos da música carnavalesca e toadas mais atuais.



Uma lona de circo especialmente montada vai acolher as apresentações musicais da noite, em grandes bailes carnavalescos.
No domingo, a partir das 19h, o frevo da Orquestra Popular Marafreboi, e na segunda, o som do projeto Carnaval Turbilhão, com as tradicionais marchinhas, comandadas por Maurício Pereira.

PROGRAMAÇÃO GERAL

DOMINGO, 26.02.2017

11h – abertura da entrada ao público com a participação de artistas circenses;
11h às 13h – brincadeiras (equilíbrio de pratos, malabares – construção de bolinhas, malabares - habilidades, perna de pau e bambolê);
13h30 às 17h30 – realização das três oficinas (instrumentos musicais, maquiagem divertida e customização de adereços);
14h – abertura da tenda do Baby Baile;
14h às 16h – brincadeiras (equilíbrio de pratos, malabares – construção de bolinhas, malabares - habilidades, perna de pau e bambolê);
15h30 – cortejo infantil com a bandinha dos artistas circenses;
16h – cortejo com o grupo Batalá (samba reggae);
17h30 – cortejo infantil com a bandinha dos artistas circenses;
18h – concurso de fantasias infantis;
18h30 – cortejo com o grupo Batalá (samba reggae);
19h – início do baile com apresentação da Orquestra Popular Marafreboi (frevo);
21h – encerramento.

SEGUNDA-FEIRA, 27.02.2017

11h – abertura da entrada ao público com a participação de artistas circenses;
11h às 13h – brincadeiras (equilíbrio de pratos, malabares – construção de bolinhas, malabares - habilidades, perna de pau e bambolê);
13h30 às 17h30 – realização das três oficinas (instrumentos musicais, maquiagem divertida e customização de adereços);
14h – abertura da tenda do Baby Baile;
14h às 16h – brincadeiras (equilíbrio de pratos, malabares – construção de bolinhas, malabares - habilidades, perna de pau e bambolê);
15h30 – cortejo infantil com a bandinha dos artistas circenses;
16h – cortejo com a Orquestra Alada Trovão da Mata (maracatu);
17h30 – cortejo infantil com a bandinha dos artistas circenses;
18h – concurso de fantasias infantis;
18h30 – cortejo com a Orquestra Alada Trovão da Mata (maracatu);
19h – início do baile com apresentação do Carnaval Turbilhão (marchinhas tradicionais com Maurício Pereira e banda);
21h – encerramento.
 
OFICINAS

Oficina 01 - Ritmos do Carnaval – construção de instrumentos e chocalhos.

Ministrada pelo professor de música Rogério Pereira, a oficina de construção de instrumentos vai colocar os brincantes no ritmo. Serão construídos chocalhos e ganzás com materiais próprios para a criança brincar e aprender com segurança. Formatada para atender pais, mães, acompanhantes e crianças.
Capacidade 100 crianças por dia, das 13h30 às 17h30.

Oficina 02 - Formas do Carnaval - Customização de adereços.

Tem por objetivo a confecção de acessórios sob a coordenação da Designer de Moda Nina Maria. Estarão à disposição quatro assistentes preparados para atender as crianças e adornar roupas e fantasias com acessórios a partir de painéis criativos, tecidos, cola e purpurina para brincar e deixar a imaginação correr solta. As roupas poderão ser usadas pelas crianças para se divertirem no Bailinho do CCBB.
Capacidade 100 crianças por dia, das 13h30 às 17h30

Oficina 03 - Cores do Carnaval – oficina de maquiagem

Toda criança gosta de pintura no rosto e, na maioria dos eventos, as pinturas são muito parecidas, caracterizando animais ou super-heróis. A proposta da maquiadora de teatro, TV e cinema, Andrea Alfaia, é aproveitar o carnaval para deixar mais vivas essas pinturas, desconstruindo a maquiagem infantil usual. Serão utilizadas cores lúdicas e contemporâneas além das máscaras tradicionais.
Capacidade 100 crianças por dia, das 13h30 às 17h30

BABY BAILE – KID CRIOLINA

O Kid Criolina é um projeto lúdico formado pelos djs do coletivo Criolina, onde realizam uma pesquisa de canções infantis  antigas e novas.

Promovem o encontro de gerações em torno do imaginário e das lembranças nostálgicas das infâncias de outrora, mixando canções de grupos atuais e aproximando as diferentes gerações.

Para o carnaval de 2017, além das tradicionais marchinhas, o personagem DJ Kid Criolina, tocará clássicos infantis como Saltimbancos, Arca de Noé, Pirlimpim e Pluct Plact Zum, além de artistas atuais com Adriana Partimpim, Pequeno Cidadão, Palavra Cantada, Barbaruques entre outros.

A proposta é interagir com as crianças e bebês, criando a atmosfera de uma pistinha de dança real, para pais e filhos se movimentarem e celebrarem juntos a vida, desfrutando momentos mágicos ao lado dos pequeninos.

BRINCADEIRAS CIRCENSES

Duração de 30 minutos e rotativas.

EQUILÍBRIO DE PRATOS

Instrutores: Lion e Maria (Circo Grock)
Materiais: pratos de chineses
Atendimento: 12 crianças (acima de 6 anos)

MALABARES (CONSTRUÇÃO DE BOLINHAS)
Instrutores: Marcelo e Pedro (Circa Brasilina)
Materiais: painço, bolão (azul, amarelo, vermelho)
Atendimento: 15 crianças (acima de 8 anos)

MALABARES (HABILIDADES)

Instrutores: Leandro e Magno (Coletivo Ambidestro)
Materiais: 20 bolas de malabares
Atendimento: 20 crianças (acima de 8 anos)

PERNA-DE-PAU

Instrutores: Neide e Isabel (Circo, Boneco e Riso)
Materiais: 20 pernas-de-pau
Atendimento: 15 crianças (acima de 8 anos)

BAMBOLÊ

Instrutores: Tina (Marmotagem e Cia)
Materiais: Bambolês
Atendimento: 20 crianças (acima de 6 anos)

ANIMAÇÃO/BANDA DE PALHAÇOS

Regente da Banda: Ana Felícia (Cenoira)
Participantes: Nil Moura (Espaguetti), Gena Leão (Ferrugem), Manuela (Matusquella), Caisa (Ananica), Canela e Maria Isabel, Pepino, Antônia, Ana Luíza

SERVIÇO:
Data: 26 e 27 de fevereiro de 2017
Local: Centro Cultural Banco do Brasil Brasília
Horário: de 11h às 21h
Ingressos: R$ 5,00 (meia) e R$ 10,00 (inteira)
www.billheteriadigital.com a partir de 11.02.2017 - https://www.bilheteriadigital.com/carnaval-multicultural-ccbb-26-de-fevereiro

Criado em 2017-02-18 22:21:45

O eclipse do Rei-Sol

João Lanari Bo -

“O Estado sou eu”, dizia Luís XIV aos seus acólitos; muitos, sobretudo o círculo próximo de nobres e adjuntos alojados no Palácio de Versalhes, veneravam o corpo real como um corpo-nação, um corpo ungido do signo de toda uma população.

No filme de Albert Serra, o instigante “A morte de Luís XIV”, o corpo respira o seus últimos suspiros.

Planos fechados do Rei, médicos, camareiros e cortesãs, ambiente escuro e cores fortes (vermelho), compactam a energia solar numa tumba claustrofóbica, o quarto real. O ar circula pouco, a gangrena avança na perna do Rei.

Os franceses dispõem de uma admirável narrativa desses dias de doença e agonia, na pena do notável Duque de Saint-Simon.

Certa vez o Rei-Sol disse a Philippe d’Orleans, seu sobrinho, futuro Regente: “Você verá um rei na tumba e outro no berço. Lembre-se sempre da memória de um e dos interesses do outro”.

Foram seis dias de uma sofrida atividade testamentária, do corpo-reino ao corpo-alma pós-morte.

O ano era 1715, “ano considerável para a história da França, pois ela viu morrer Luís XIV no primeiro dia de setembro, três dias antes dele completar setenta e sete anos, no septuagésimo-segundo ano de seu reinado”, informa nosso Duque.

Nessa breve cronologia a vida se confunde com o poder divino do trono. O corpo nasceu e pereceu iluminado.

No filme, ardis dos doutores sobrepõem-se ao temor reverencial dos camareiros. Os doutores se esmeram na prática do saber médico, o discurso é o poder, diria Foucault.

Mas o corpo, cada vez mais imobilizado, gangrena. Recusa alimentos, sussurra. Os detalhes podem ser sórdidos, o corpo desce à terra.

Por último, a grande tacada: Jean-Pierre Léaud, o “enfant terrible” da nouvelle vague, investido do corpo-nação, admirável.

Do tagarela compulsivo dos filmes de Godard e Truffaut- sempre franco, porém imaturo - Léaud adormece no corpo-real e eclipsa o próprio filme.

Os radicais enxergarão em Luís XIV seu melhor papel. Só ele vale o filme.

Criado em 2017-02-16 20:00:07

O universo de Clarice Lispector nos palcos

Uma das maiores escritoras brasileiras do Século 20 será revivida de forma inédita por grupo de dança no mês de homenagem às mulheres.

“E ela não passava de uma mulher...Inconstante e borboleta”. Nesta frase e em tantas outras, Clarice Lispector (1920–1977) conseguia passar a densidade de uma mulher que sentia e retratava o cotidiano, o feminino e tantos outros temas psicológicos de uma forma única. Temas estes tão imortais quanto ela e suas letras.

Nascida na Ucrânia, mas naturalizada brasileira, mais especificamente pernambucana, Clarice tornou-se uma das mais importantes escritoras do século 20.

Em homenagem à escritora e a todas que celebram aniversário no dia 8 de março – Dia Internacional das Mulheres – a bailarina e coreógrafa Jana Marques trará para a capital federal o espetáculo inédito Clarice Lispector em Movimentos, com patrocínio do Fundo de Apoio à Cultura (FAC).

Carioca radicada em Brasília, Jana Marques vai estar em  cartaz com seus 16 bailarinos do grupo Azzo Dança para dançar em dois atos. A diretora fará um tributo revivendo a grande representante do delicado e também brutal universo feminino.

Lispector, revolucionária para sua época, será citada em textos, movimentos impactantes executados pelos dançarinos, objetos cenográficos, entrevista pessoal, poesias gravadas e em obras que não são tão famosas.

A ideia é mostrar uma Clarice nem sempre acessível a todos. “Eu quis sair do comum. Quando comecei a pesquisar a escritora, vi que existem muitos contos seus ainda pouco conhecidos. Foram estes contos que quis trazer para a dança, para os palcos”, relata Jana Marques, que assina o espetáculo como diretora e coreógrafa.

Lispector em cena - Serão quase duas horas de espetáculo divididas em dois atos que buscam envolver quem está na plateia e também quem interpreta.

Os bailarinos vão mostrar, por meio da dança contemporânea e de textos pontuais, um pouco da vida da escritora. No primeiro ato, estão presentes o feminino, as relações familiares nas décadas de 40 e 50 e a submissão da mulher perante a sociedade.


Os temas serão encenados e mostrados em ações que valem-se, por exemplo, de objetos como uma mesa, pratos giratórios em analogia ao tempo e de outros acessórios que enaltecem os costumes da época. Na pele de Lispector, a atriz e bailarina Juana Miranda vai, além de dançar, recitar trechos de crônicas de Clarice.

Já no segundo ato, o foco serão três contos ainda pouco conhecidos da escritora. Um deles é Onde Estivestes de Noite, do livro homônimo, que aborda temas como prostituição, bigamia, homossexualidade e assassinato.

Neste momento, uma dança andrógina tomará conta do palco. Já na sequência, a obra A Via Crucis do Corpo vai tomar forma através de interpretações de contos que englobam O Poeta Fracassado e Ele Me Bebeu.

De uma maneira densa, crítica e crua, o corpo em ação falará do bígamo e de sua aceitação seguida de punição pelas próprias mulheres.

Ainda, o espelho, considerado por Lispector um reflexo da beleza natural  das mulheres, terá um papel importante em cena. “Clarice gostava muito de trabalhar o espelho, neste sentido de se perceber, se ver, da aceitação como somos. Já no Ele Me Bebeu falamos da trapaça, do ato de passar a perna”, explica Jana Marques.

A peça contará ainda com trechos da emblemática entrevista que Clarice Lispector concedeu em 1977 e que só foi divulgada após sua morte, 10 meses depois da gravação.

Jana Marques e a cia Azzo Dança - Carioca radicada em Brasília desde os 11 anos, Jana Marques iniciou sua carreira na década de 1980, na capital federal. Foi bailarina profissional dos grupos Bossa e Atos Cia. de Dança.

Em 1990, criou o grupo de dança contemporânea Azzo Dança, o qual dirige e coreografa há mais de 25 anos. Participou dos Festivais de Dança de Uberlândia (MG), Joinville (SC), Rio de Janeiro (RJ), Campo Grande (MS) e Bento Gonçalves (RS) obtendo, em todos, premiações.

Ministrou vários cursos de Dança Contemporânea em Brasília. Participou, como jurada, em eventos como Taguatinga Dança, Desfiles das Escolas de Samba de Brasília e audições de grupos de dança. Coreografou ainda espetáculos como Terra Vermelha - Tributo a Jorge Amado, para o Grupo Dançarte. Agora, ela estreia o inédito espetáculo Clarice Lispector em Movimentos.

Sobre Clarice Lispector

Clarice Lispector (Chechelnyk, 10 de dezembro de 1920 — Rio de Janeiro, 9 de dezembro de 1977) foi uma escritora e jornalista nascida na Ucrânia e naturalizada brasileira — e declarava, quanto a sua brasilidade, ser pernambucana.

Autora de romances, contos e ensaios, é considerada uma das escritoras brasileiras mais importantes do século XX e a maior escritora judia desde Franz Kafka. Sua obra está repleta de cenas cotidianas simples e tramas psicológicas, sendo considerada uma de suas principais características a epifania de personagens comuns em momentos do cotidiano.

Ela foi batizada de Haia, significado de vida. Dentre suas obras, os romances:  Perto do Coração Selvagem (1943) , O Lustre (1946), A Cidade Sitiada (1949), A Maçã no Escuro (1961), A Paixão Segundo G. H. (1964), Uma Aprendizagem ou O Livro dos Prazeres (1969), Água Viva (1973), Um Sopro de Vida (1978); Novela: A Hora da Estrela (1977). Contos; Laços de Família (1960), A Legião Estrangeira (1964), Felicidade Clandestina (1971), Onde Estivestes de Noite? (1974), A Via Crucis do Corpo (1974), O Ovo e a Galinha (1977), A Bela e a Fera (1979); Literatura infantil: O Mistério do Coelho Pensante (1967), A Mulher que Matou os Peixes (1968), A Vida Íntima de Laura (1974), Quase de Verdade (1978), Como Nasceram as Estrelas (1987); Crônicas: Para Não Esquecer (1978), A Descoberta do Mundo (1984); Correspondências: Correspondências (2002), Minhas Queridas (2007); Entrevistas: Entrevistas (2007); Artigos de Jornais: Outros Escritos (2005), Correio Feminino (2006), Só Para Mulheres (2006).

Nas suas visitar à Capital Federal, Clarice ficou surpresa com a estética e disposição da cidade moderna e registrou suas impressões nas crônicas 'Brasília' (1964) e 'Brasília: Esplendor' (1974).

Clarice morreu um dia antes de completar 57 anos,  no dia 9 de dezembro de 1977, devido a um câncer de ovário.

Ficha técnica:
Coreógrafa – Jana Marques
Produção – Juana Miranda e Luiza Hesketh
Direção Musical: Jana Marques e Marcos Vinicius Magalhães
Fotografia: Emília Silberstein
Figurinista: Felipe Vasques
Cenógrafa: Luiza Hesketh

Elenco: Carlos Guerreiro, Gisela Zaccari, Henrique Lima, Ildegard Hévelyn, Juana Miranda, Júlia Cintra, Kelly Yamamoto, Luíza Caldas, Marcos Vinicius Magalhães, Marcus Reis, Mateus Vianna, Maurício Peixoto, Paola Luduvice, Thayse Duarte,Úrsula Marques, Wally Fernandes.

Serviço:
Espetáculo: Clarice Lispector em Movimentos
Dias 3 e 4 de março (sexta e sábado), às 20h, e 5/3 (domingo), às 19h.
Local: Teatro da Caixa Cultural Brasília (Setor Bancário Sul Qd 4) - COMO CHEGAR
Ingressos: R$ 10 (meia)
Não recomendado para menores de 14 anos.
Informações: 3206-6456.

Segunda temporada:
Dias: 1º/4 (sábado), às 20h, e 2/4 (domingo), às 19h, no Teatro Sesc Garagem (713/913 Sul) - COMO CHEGAR
Ingressos: R$ 10 (meia)
Informações: 3445-4401

Criado em 2017-02-14 14:18:04

“Leitores sem fim”, dirigido por Beto Seabra, é premiado

O documentário da TV Câmara “Leitores sem Fim”, dirigido pelo jornalista Beto Seabra, em 2016, foi premiado como Melhor Documentário da I Mostra de Documentários das TVs Legislativas da ASTRAL (Associação Brasileira de Televisões e Rádios Legislativas).

O programa relata histórias de pessoas que tiveram a vida modificada pelo hábito da leitura e mostra como ampliar os espaços públicos para este fim, baseado em experiências inovadoras bem sucedidas.

Uma moradora de rua que não sabe ler, mas que não arreda o pé da Biblioteca Parque Estadual do Rio de Janeiro. Um gari que se apaixonou pelos livros, virou escritor e hoje grava áudio livros para deficientes visuais.

Uma menina pobre que se inspirou em um livro de literatura infantil para virar bailarina e hoje é professora de dança na comunidade carente onde cresceu.

A partir da realidade de bibliotecas públicas localizadas em regiões de baixa renda no Rio de Janeiro, o documentário mostra o novo modelo que se pretende criar de espaços culturais, baseado na experiência exitosa das Bibliotecas Parque da Colômbia.

O documentário mostra também a situação da leitura no Brasil e o esforço de parlamentares para universalizar as bibliotecas escolares no país.

Ao contar histórias de vida e o debate político sobre o tema da educação e da leitura, o vídeo aponta saídas para os problemas da violência urbana e da baixa escolaridade entre jovens.

Ficha técnica:
Direção e Roteiro – Roberto (Beto) Seabra
Produção: João Gollo
Edição e Finalização: Guem Takenouchi
Direção de Fotografia: Kátia Coelho
Imagens: Flávio Estevam
Assistente de Câmera e Som Direto: Alessandro Palmier
Videografismo: Diego Cajueiro e Pedro Mafra
Pesquisa: João Gollo e Roberto Seabra
Trilha Sonora Original: Alberto Valério
Duração: 37 minutos
Realização: TV Câmara, fevereiro de 2016.

Criado em 2017-02-09 01:39:34

Seminário vai discutir a Lei Orgânica da Cultura do DF

Dias 17 e 18 de fevereiro, no Auditório da Câmara Legislativa. Inscrições até o dia 15/2. Informações pelos telefones: 3325-5212 e 3325-5217.

Nesse dia, serão discutidas as orientações e diretrizes para o aprimoramento da Lei Orgânica da Cultura para o Distrito Federal (LOC), que está em discussão na Câmara Legislativa.

A LOC é o projeto que institui o Sistema de Arte e Cultura do Distrito Federal, simplificando e consolidando a legislação da cultura no DF.

Segundo a Secretaria de Cultura do DF, a LOC:

• Organiza a legislação de cultura: Ao invés do cidadão precisar consultar dezenas de leis para compreender como funcionam as instâncias de participação social, os mecanismos de fomento e incentivo à cultura e as competências dos diversos órgãos, todo o conteúdo ficará consolidado em apenas duas leis.

• Possibilita a adesão do DF ao Sistema Nacional de Cultura: Com a aprovação dessa importante lei, o Distrito Federal poderá aderir ao Sistema Nacional de Cultura, facilitando a captação de mais recursos para as políticas culturais do DF.

• Moderniza a gestão da Secretaria de Cultura do DF e dos Órgãos Vinculados: Cria um Fundo de Políticas Culturais (FPC), fortalece a participação social descentralizada e garante a manutenção e a sustentabilidade dos espaços culturais.

Enviada à Câmara Legislativa em dois Projetos de Lei Complementar (PLC nº 84/2016 e PLC nº 85/2016), a proposta já foi aprovada nas Comissões de Assuntos Sociais e de Educação, Saúde e Cultura. Agora, passará por outras duas comissões antes de ir à votação no plenário da Câmara.

Novas regras para o "conforto" acústico

Decretos do governador Rodrigo Rollemberg (PSB) tentam reduzir a burocracia para empresários, mediar conflitos e garantir direito à cidade

O governo de Brasília editou três decretos para tentar garantir o direito à cidade a todos os cidadãos. Desta forma, os decretos desburocratizam a obtenção de alvarás para estabelecimentos como bares e restaurantes e estimulam uma fiscalização mais eficiente com caráter educativo para o convívio entre todos.

Os decretos também criaram as câmaras de conciliação para promover interlocução entre moradores próximos a estabelecimentos geradores de ruídos e os donos desses locais.

"Queremos instituir uma política de convivência urbana, que reconheça o fundamental papel da cultura, principalmente da música, para o fortalecimento da nossa identidade cultural", diz o secretário de Cultura, Guilherme Reis.

O local de atuação das câmaras regionais de conciliação será estabelecido e organizado pela Secretaria das Cidades.

Para o secretário de Cultura, é preciso internalizar um novo conceito para o entretenimento, para a música e para o descanso. "Esses atos são claro indicativo de que o Executivo fez tudo para desburocratizar a relação com moradores e facilitar a vida dos empreendedores. A gente não pode permitir que se crie essa oposição entre morador e músico, mas sim facilitar o trabalho de quem gera emprego e identidade", aponta Guilherme Reis.

O presidente do Sindicato de Hotéis, Bares e Restaurantes do DF (Sindhobar), Jael Antonio da Silva, disse que "não se trata de uma disputa, mas de buscar harmonização. Queremos o bem da cidade e a segurança jurídica que nos estimulem ou permitam atuar. É uma cidade pujante que não pode ser tolhida de sua vocação cultural e de entretenimento".

O governador Rollemberg disse que "este é um momento de consenso, do direito à cidade. Tenho confiança na capacidade do diálogo para resolver conflitos. Reconheço como fundamentais o direito ao sossego e ao lazer. 
No entanto, por se tratar de decretos do Executivo, empreendedores e moradores continuam precisando respeitar a Lei do Silêncio.

Os decretos servem apenas como uma indução de resolução de conflitos por meio de acordo entre as partes (autocomposição).

O decreto é a base do PL que o Executivo apresentou e vem trabalhando com o deputado distrital Ricardo Vale. O projeto trata de uma construção de acordos comunitários para a redução de conflitos e que colocam o debate da nova Lei do Conforto Acústico dentro de uma perspectiva de direito à cidade.

O que os decretos propõem?

- Reduzir o grau de conflitos em torno da Lei do Silêncio, por meio da conciliação entre moradores, empreendedores e o setor cultural, caminhando para o entendimento de se modernizar a legislação para uma Lei do Conforto Acústico, cujo PL está com o deputado Ricardo Vale;

- Reduzir a burocracia na obtenção de alvarás para bares, restaurantes e outros empreendimentos que executem música mecânica ou ao vivo;

- Ampliar a eficiência na fiscalização, com foco na educação para o convívio e menos em uma visão punitiva.

Criado em 2017-02-08 18:45:37

Mel Gibson e os objetores de consciência

João Lanari Bo -

Segundo a Suprema Corte dos Estados Unidos da América, os motivos que qualificam uma pessoa com status do objetor de consciência podem ser religiosos, mas não têm que ser.

A opinião pode ser moral ou ética; entretanto, as razões de um homem para não querer participar em uma guerra não devem ser baseadas na política.

O que levou o australiano Mel Gibson, que começou a vida como Mad Max, a dirigir esse formidável e frenético “Até o último homem”, forte candidato ao Oscar?

E logo em cima de um objetor da consciência, um caipira da Virgínia que resolve se alistar para combater na Guerra do Pacífico, mas que se recusa a tocar em uma arma?

Desmond Doss, herói e anti-herói, é um minúsculo polo negativo nesse imenso oceano de positividades que é a atividade bélica.

Um pacifista convicto, mas que não perde de vista o sentimento patriótico; se o teatro da guerra é a explosão da violência, dramaticamente compartilhada – em muitas cenas, japoneses e americanos se encaram e praticam um (quase) duplo suicídio – Desmond atravessa o inferno salvando corpos e mentes, redimindo o pecado original de todos, o seu e o do coletivo que o acompanha.

Sim, trata-se de uma história real – e no filme de Gibson, o objetor de consciência aglutina em si culpas e reconciliações, do pai-alcóolatra ao companheiro que o humilha sem piedade.

Um filme que reproduz todos os códigos dos filmes de guerra, hiperbolicamente, apesar de ter como personagem principal alguém que se nega a combater.

Claro, sobra para os japoneses, os “japs”, que morrem como animais, guerreiros-suicidas e sanguinários (a batalha de Okinawa, onde se passa a história, foi uma das últimas e das mais cruéis da guerra, com suicídios não apenas dos soldados japoneses desonrados, mas também da população civil, por pressão dos militares).

Essa dimensão Mel não captou, ao contrário do também ator-tornado-diretor, Clint Eastwood, de olhar mais refinado – recorde-se o díptico magistral de “Cartas de Iwo Jima” e “A Conquista da honra”, o mesmo tipo de evento (batalha na ilha de Iwo Jima, menor em escala que Okinawa mas igualmente sangrenta) visto de dois pontos de vista diametralmente opostos, o japonês e o norte-americano.

Mas, que não restem ilusões: depois do estranhamento de “Apocalypto” (2006), exótica, violenta e inesperada saga na civilização maia; do escândalo de “Paixão de Cristo” (2004), definido pelo crítico Jonathan Rosenbaun como um “primitivo e pornográfico banho de sangue, cheio de planos masoquistas”; e do choque anafilático de “Até o último homem”, Mel Gibson se firmou.

Preparem suas vísceras.

Criado em 2017-02-08 00:46:47

Novidades na programação do Cine Brasília

Pré-estreia do documentário "Eu não sou seu negro", de Raoul Peck, sábado (1/2), às 11h. Filme concorre ao Oscar. O filme de Peck traz temas como justiça e igualdade construindo uma reflexão sobre como é ser negro nos Estados Unidos. Veja o vai acontecer de 9 a 15/2. No dia 14/2, tem apresentação da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro.

Entre as novidades está "Redemoinho", produção brasileira que marca a estreia do diretor de TV, Jose Luiz Vilamarim, no cinema.

Para o crítico Rodrigo Fonseca trata-se de “um filme definitivo sobre alguma coisa que finge ser amizade, mas se chama rancor”.

Na manhã de domingo tem início a parceria com a Sessão Vitrine Petrobras. Esse projeto faz a distribuição coletiva de filmes brasileiros, incluindo co-produções internacionais, exibindo um recorte da produção audiovisual contemporânea a cada duas semanas.

Para inaugurar essa parceria, será exibido o vencedor do 49º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro: A Cidade Onde Envelheço , de  Marilia Rocha.

PROGRAMAÇÃO:
 
5ª e 6ª, dias 9 e 10/02
 
13h –  ESTREIA - Redemoinho (Brasil, 2017, drama, 102 min, classificação 14 anos, com: Irandhir Santos, Cássia Kiss, Julio Andrade, Dira Paes), direção: José Luiz Villamarim.

Sinopse: Luzimar e Gildo são dois grandes amigos de infância, que se reencontram depois muitos anos afastados. Eles cresceram juntos em Cataguases, MG. Luzimar nunca saiu de sua cidade e trabalha numa fábrica de tecelagem. Gildo mudou-se para São Paulo onde acredita ter se tornado um homem mais bem sucedido. Na noite de Natal, Luzimar e Gildo se confrontam com o passado e, num intenso mergulho em suas memórias, partem para um arriscado acerto de contas.
Trailer: http://globofilmes.globo.com/filme/redemoinho/
 
15h – Eu, Daniel Blake (I, Daniel Blake, Inglaterra/França , 2016, drama, 97 min, classificação 12 anos, com:  Dave Johns, Hayley Squires) direção : Ken Loach.

17h – Mistério da Costa Chanel (Ma Loute, França/Alemanha, comedia dramática, 122min, classificação 16 anos. Com Fabrice Luchini, Juliette Binoche, Valéria Bruni Tedeschi), direção: Bruno Dumont.

19h10 – Cicero Dias, o Compadre de Picasso (Brasil, 2015, documentário, 76 minutos, classificação livre), direção: Vladimir Carvalho.

20h40 – A Morte de Luis XIV (La Mort de Louis XIV, Franca/ Portugal/ Espanha, 2016, drama histórico, 115 min, classificação 12 anos), direção: Albert Serra.

Sinopse: Agosto 1715. Depois de uma caminhada, Luís XIV sente uma dor na perna. Nos próximos dias, o Rei continua a cumprir deveres e obrigações, mas o sono é intranquilo, ele tem febre, mal se alimenta e está cada dia mais fraco. Albert Serra reconstrói os dias da lenta agonia do maior Rei da França, interpretado magistralmente por Jean-Pierre Léaud, rodeado em seu quarto por seus fiéis seguidores e pelos médicos, e que marcará o fim de um reinado de 72 anos do Rei Sol.
Trailer:  zetafilmes.com.br/2015/filme.php?id=42&a-morte-de-luis-xiv

Sábado, dia 11/02

11h – Pré-estreia - Eu Não Sou Seu Negro (I am Not Your Negro, EUA/França/Belgica/Suiça, 2016, documentário, 95 min, classificação 12 anos), direção: Raoul Peck.

Sinopse: Narrado por Samuel L. Jackson, o documentário constrói uma reflexão sobre como é ser negro nos Estados Unidos. Em 1979, James Baldwin iniciou seu último livro, “Remember This House”, relatando as vidas e assassinatos dos lideres ativistas que marcaram a história social e politica americana: Medgar Evers, Malcolm X e Martin Luther King Jr. Baldwin não foi capaz de completar o livro antes de sua morte, e o manuscrito inacabado foi confiado ao diretor Raoul Peck, que combina esse material com um rico arquivo de imagens dos movimentos Direitos Civis e Black Power, conectando essas lutas históricas por justiça e igualdade com os movimentos atuais que ainda clamam os mesmos direitos.
Sinopse: http://imovision.com.br/index.php/filme/i-am-not-your-negro/
 
13h – Redemoinho (Brasil, 2017, drama, 102 min, classificação 14 anos, com: Irandhir Santos, Cássia Kiss, Julio Andrade, Dira Paes), direção:
José Luiz Villamarim .

Sinopse: Luzimar e Gildo são dois grandes amigos de infância, que se reencontram depois muitos anos afastados. Eles cresceram juntos em Cataguases, MG. Luzimar nunca saiu de sua cidade e trabalha numa fábrica de tecelagem. Gildo mudou-se para São Paulo onde acredita ter se tornado um homem mais bem sucedido. Na noite de Natal, Luzimar e Gildo se confrontam com o passado e, num intenso mergulho em suas memórias, partem para um arriscado acerto de contas.
Trailer: http://globofilmes.globo.com/filme/redemoinho/
 
15h – Eu, Daniel Blake (I, Daniel Blake, Inglaterra/França , 2016, drama, 97 min, classificação 12 anos, com:  Dave Johns, Hayley Squires) direção : Ken Loach.

17h – Mistério da Costa Chanel (Ma Loute, França/Alemanha, comedia dramática, 122min, classificação 16 anos. Com Fabrice Luchini, Juliette Binoche, Valéria Bruni Tedeschi), direção: Bruno Dumont.

19h10 – Cicero Dias, o Compadre de Picasso (Brasil, 2015, documentário, 76 minutos, classificação livre), direção: Vladimir Carvalho.

Sinopse: Pintor pernambucano ligado aos modernistas, Cícero Dias (1907-2003) radicou-se em Paris em 1937, fugindo da perseguição política do Estado Novo. Apesar da distância do país natal, ele nunca perdeu de vista as cores e os sons de sua infância na casa de Jundiá, mesclando essas raízes com a convivência com nomes de ponta das vanguardas europeias, como Pablo Picasso, Fernand Léger e Juan Miró. Dessa troca de influências, nasceu um pintor de repercussão internacional, que transformou toda a sua vivência, inclusive sua reclusão durante a Segunda Guerra Mundial, na base de uma arte que atravessa fronteiras.
Trailer www.youtube.com/watch?v=PorQ32DSxes 
 
20h40 – A Morte de Luis XIV ( La Mort de Louis XIV, Franca/ Portugal/ Espanha, 2016, drama histórico, 115 min, classificação 12 anos), direção: Albert Serra.

Domingo, dia 12/02

11h – Estreia - Sessão Vitrine Petrobras - A Cidade Onde Envelheço (Brasil/Portugal, 2017, drama, 99 min, classificação 12 anos), direção: Marilia Rocha.

Sinopse: Francisca, uma jovem emigrante portuguesa morando no Brasil, recebe em sua casa Teresa, uma antiga conhecida com quem já havia perdido contato. Teresa acaba de chegar e vive momentos de descoberta e encantamento com o novo país, enquanto Francisca sente falta de Lisboa. O filme acompanha as aventuras de cada uma pela cidade e a profunda ligação que nasce entre elas, obrigando-as a lidar com desejos simultâneos e opostos: a vontade de partir para um país desconhecido e a saudade irremediável de casa..
Trailer: https://www.youtube.com/watch?v=26ItdHo8c3Y

13h – Redemoinho (Brasil, 2017, drama, 102 min, classificação 14 anos, com: Irandhir Santos, Cássia Kiss, Julio Andrade, Dira Paes), direção:
José Luiz Villamarim .

15h – Eu, Daniel Blake (I, Daniel Blake, Inglaterra/França , 2016, drama, 97 min, classificação 12 anos, com:  Dave Johns, Hayley Squires) direção : Ken Loach.

17h – Mistério da Costa Chanel (Ma Loute, França/Alemanha, comedia dramática, 122min, classificação 16 anos. Com Fabrice Luchini, Juliette Binoche, Valéria Bruni Tedeschi), direção: Bruno Dumont.

19h10 – Cicero Dias, o Compadre de Picasso (Brasil, 2015, documentário, 76 minutos, classificação livre), direção: Vladimir Carvalho.

20h40 – A Morte de Luis XIV ( La Mort de Louis XIV, Franca/ Portugal/ Espanha, 2016, drama histórico, 115 min, classificação 12 anos), direção: Albert Serra.

Segunda-feira, dia 13/02.

18h30 – Mistério da Costa Chanel (Ma Loute, França/Alemanha, comedia dramática, 122min, classificação 16 anos. Com Fabrice Luchini, Juliette Binoche, Valéria Bruni Tedeschi), direção: Bruno Dumont.

20h40 – A Morte de Luis XIV ( La Mort de Louis XIV, Franca/ Portugal/ Espanha, 2016, drama histórico, 115 min, classificação 12 anos), direção: Albert Serra.
 
Terça-Feira, 14/02 20h - concerto da OSTNCS- Entrada Franca.

Quarta, dia 15/02

13h – Redemoinho (Brasil, 2017, drama, 102 min, classificação 14 anos, com: Irandhir Santos, Cássia Kiss, Julio Andrade, Dira Paes), direção:
José Luiz Villamarim .

15h – Eu, Daniel Blake (I, Daniel Blake, Inglaterra/França , 2016, drama, 97 min, classificação 12 anos, com:  Dave Johns, Hayley Squires) direção : Ken Loach.

17h – Mistério da Costa Chanel (Ma Loute, França/Alemanha, comedia dramática, 122min, classificação 16 anos. Com Fabrice Luchini, Juliette Binoche, Valéria Bruni Tedeschi), direção: Bruno Dumont.
19h10 – Cicero Dias, o Compadre de Picasso (Brasil, 2015, documentário, 76 minutos, classificação livre), direção: Vladimir Carvalho.

20h40 – A Morte de Luis XIV ( La Mort de Louis XIV, Franca/ Portugal/ Espanha, 2016, drama histórico, 115 min, classificação 12 anos), direção: Albert Serra.

S E R V I Ç O:
Ingressos: R$ 12 (inteira)  R$ 6 (meia)
Programador responsável: Sergio Moriconi  Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
Programação Completa em: www.cultura.df.gov.br e facebook.com/cinebrasilia1960
Cine Brasília
Tel: (61) 3244 1660 / 3443 9153
EQS 106/107, s/n, Asa Sul
CEP: 70.345-400  Brasília-DF

Criado em 2017-02-07 17:57:16

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