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Rio de Janeiro - No dia 5 de julho, sexta-feira, das 19h às 22h30, haverá o lançamento do livro de poemas de Teresa Vignoli, com fotos de Ronaldo Miranda Barbosa: “Entre Mundos – Fotopoemas”. Local: Botequim Restaurante, Rua Visconde de Caravelas, 22, Botafogo/Humaitá, Rio.
Teresa (Teca) Vignoli apresenta a nova safra de versos, conjugados página a página com fotos de Ronaldo Miranda Barbosa. Daí o nome Entre Mundos – fotopoemas, projeto antigo, sonhado e gestado por ambos nas Oficinas de Criatividade com Palavra e Imagem, desenvolvidas com alunos de graduação em psicologia e de especialização em Gestalt-Terapia, em Campinas (SP), Rio e São Paulo.
Entre Mundos é uma coletânea de 29 curtos e delicados poemas de contemplação da Natureza. Leveza e suavidade são marcas registradas de Teresa Vignoli, como se pode sentir em “Ancestral”: O tempo emerge/ do Céu Profundo. / Vem respirar/ a luz do dia. Ou neste: A vida / em suspenso/ dança. Seus trapos, / farrapos de vento. E em mais este, “Estrela d’água”: Nas margens de Tudo/ pergunto: ̶ para onde me levarás / a que mundos?
“Convido os amigos do Rio para mais um lançamento desse livro que tem trazido muitas bênçãos pra mim e pro meu amigo e parceiro Ronaldo. Em Campinas, em Brasília e em Sampa, os lançamentos foram momentos de afeto, encontro e alegria. Imagino que no Rio, a cidade em que nasci, também será assim”, diz a poeta Tereza Vignoli em sua página no Facebook. Vale conferir.
Criado em 2019-06-26 19:38:06
Centenas de profissionais, entre eles advogados, jornalistas, professores, representantes de entidades de classe, grupos e associações assinam carta de solidariedade à dra. Ela Wiecko Castilho, que entregou o cargo de Vice-Procuradora-Geral da República depois que foi tornada pública sua participação em ato contra o impeachment de Dilma Rousseff e em favor do movimento "Fora Temer", realizado em Lisboa, Portugal.
A carta reforça que sua "trajetória não deixa dúvidas de sua coerência política, de sua integral defesa da democracia e do seu trabalho em prol da justiça social."
Eis a íntegra da carta e seus assinantes até o momento:
"Prezada Dra. Ela Wiecko Castilho,
Vimos manifestar nosso apoio intransigente e nossa solidariedade a sua decisão de entregar o cargo de Vice- Procuradora-Geral da República.
Sua trajetória não deixa dúvidas de sua coerência política, de sua integral defesa da democracia e do seu trabalho em prol da justiça social.
Muitas vezes as instituições não estão alinhadas com a envergadura de seus representantes; perde a instituição e perde a sociedade.
E, em outras vezes são os mandatários que não tem a estatura das instituições.
Em ocasiões assim, é preciso se indignar, se manifestar e escolher um caminho, um lado.
A sua decisão de entregar o cargo engrandece e fortalece a construção de um Ministério Público democrático. Sua saída será sentida principalmente pelos cidadãos/ãs mais invisibilizados/as da sociedade, para quem a sua sensibilidade e a sua competência sempre conferiram atenção, cuidados e defesa de direitos.
Temos convicção de que a senhora escolheu, como sempre, o lado correto da história!".
Assinam:
Adriana Andrade Miranda, mestre em direito UnB;
Adriana Magalhães Bevilaqua - DPE/RJ;
Agostinho de Oliveira Chaves - Gestor Ambiental;
Agostinho Ramalho Marques Neto - Psicanalista - Professor de Filosofia do Direito UFMA -aposentado
Albérico Flávio de Souza Rodrigues, Estudante
Alessandra de Abreu Minadakis Barbosa - procuradora federal da Advocacia-Geral da União;
Alessandra Ramos de Oliveira Harden - Funcionária Pública
Alessandro Gil Jochem – Administrador e Contador;
Alexandra Oberling,- antropóloga
Alexandra Xavier Figueiredo - advogada da RENAP/Mg e membro da CDH/ OAB-Mg
Alexandre Brasil Fonseca - sociólogo e professor associado da UFRJ
Alexandre Hermes Dias de Andrade Santos , Advogado, membro da Comissão de Direitos Humanos da OAB/BA
Aline Yamoto – Advogada feminista
Alinne Marques - Advogada, membro da Comissão de Direitos Fundamentais Luís Gama OAB Subseção Taguatinga
Americo Grilo - DPE/RJ
Ana Bock - Psicóloga, professora da PUC/SP
Ana Cacilda Rezende Reis, advogada OAB-BA;
Ana Claudia Diogo Tavares, advogada e professora do NEPP-DH da UFRJ;
Anacy Nunes da Silva - Economista e advogada. Membro da Comissão Luis Gama de Direitos Fundamentais da OAB/DF
Ana Inés Algorta Latorre - Juiza Federal em Porto Alegre - membra da AJD;
Ana Lange ,Antropóloga;
Ana Laura Lobato - Antropóloga - IPEA;
Ana Lia Almeida, professora da UFPB;
Ana Lourena Moniz Costa - DP/ Maranhão
Ana Lúcia Araújo Souza administradora;
Ana Luiza Castro - psicóloga
Ana Olivia B Lemos, Contadora, ativista e defensora dos direitos humanos e dos animais .
Ana Paula Alvarenga Martins - Juíza - trt 15
Ana Paula Barbosa - DPE/RJ.
Ana Paula de O. C. Meirelles Lewin - DP/SP
Ana Rita Souza Prata - DP/SP
Ana Suely Arruda Câmara - Professora do Instituto de Letras, laboratório de línguas e literaturas indígenas da UnB;
Ana Tereza Reis da Silva - Profa Faculdade de Educação/UnB - PPGE/MES;
Analba Brazao Teixeira - Educadora do SOS Corpo;
André Augusto, juiz de direito do TJP e presidente da AJD;
André Carneiro Leão - Defensor Público Federal - PE
André de Felice - DPE/RJ
André Hespanhol, advogado Criminalista
André Luiz Pereira de Oliveira - Projeto Maria da Penha: atenção e proteção a mulheres em situação de violência doméstica
Andre Nicolitt - Professor da UFF e juiz.
André Pinto – Juiz de Direito/TJRS
Andréa Brasil Teixeira Martins - Mestranda MESPT/CDS/UnB
Andrea Ferreira Bispo. Membro da AJD
Andrea Matos, química/Embrapa e Presidente do Sinpaf Solos. Sinpaf - Filiado à CUT;
Andrea Mesquita, Antropologa;
Antonio Pedro Melchior, Professor de Direito Processual Penal e Advogado.
Antonio Vieira - Professor de Direito Processual Penal da Universidade Católica do Salvador - UCSAL e advogado
Arlanza Rebello - Defensora Pública do Estado do Rio de Janeiro
Arlete Avelar Sampaio, médica sanitarista;
Assis da Costa Oliveira - professor da UFPA
Átila da Rold Roesler - Juiz - TRT 4 - AJD
Augustino Pedro Veit - militante de direitos humanos
Beatriz Vargas Ramos - Professora da Faculdade de Direito da UnB
Benedito Ferraro - teólogo, professor da Puccamp
Bheron Rocha - DPE/CE
Bruna Menezes Carmo, Advogada Especialista em Direito Público, com ênfase em Direitos Humanos.
Bruno Espiñeira Lemos - Advogado Criminalista
Bruno Seligman de Menezes - Advogado e Professor Universitário (FADISMA e UNIFRA)
Caio Granduque. Defensor Público/SP.
Camila de Melo - secretária adjunta de adm e finanças da CUT RJ e secretária de organização do PT de São Gonçalo
Camila Faustinoni Cabello - professora da Escola de Comunicação da Universidade Municipal de São Caetano do Sul
Camila Prando - professora da faculdade de direito UnB;
Carla Gisele Batista, educadora e militante feminista
Carmen Hein de Campos, professora do Programa de Mestrado em Segurança Pública, UVV/ES
Carol Proner - Profa da faculdade de direito da UFRJ
Carolina Costa Ferreira - Professora universitária e Pesquisadora do GCCrim/UnB.
Caroline Tassara - DPE/RJ
Catarina Pedroso – Perita do Mecanismo Nacional de Prevenção e Combate à Tortura
Celia Regina Freitas - artista educadora
Celsa Regina Resende Muro Martinez, geógrafa;
César Augusto Baldi - Servidor Público Federal e Pesquisador do NEP/UnB
Christiano Fragoso, advogado e professor de Direito Penal da UERJ;
Clara Araujo - Professora UERJ
Cláudia Sucena Maciel - empresária
Claudiene Santos - UFS
Claudio Carvalho. Advogado. Professor de Direito da UESB (BA);
Cleide Silva P. Pinto - Presidenta do sindomestica Nova Iguaçu. Rio de Janeiro.
Consuelo Siqueira - economista
Cristiane Brasileiro. Professora, coordenadora da área de Linguagens & Códigos da Fundação CECIERJ.
Cristiano Paixão - Professors de Direito da UNB.
Cristina Terribas - ativista feminista da #partidA sp
Cristhóvão Fonseca Gonçalves - OAB/PE
Cynthia Ciarallo- psicóloga
Daisy dos santos marques - DPE/PI
Daniel Seidel - Cientista Político, membro da Comissão Brasileira Justiça e Paz da CNBB
Daniel França Barbosa DPE/RJ
Daniela Felix, Advogada OAB/SC, Membro da RENAP e do Coletivo Catarina de Advocacia Popular, Professora CESUSC e Mestre em Direito PPGD/UFSC
Daniele Gabrich Gueiros, advogada, Conselheira da OAB-RJ, Professora da UFRJ
Daniella Alencar Matias, advogada popular, mestranda em Filosofia na UECE.
Danilo Uler Corregliano - doutorando em Direito (USP)
Darci Frigo, advogado, Terra de Direitos
Davi Gehre Neves - Advogado - Pesquisador do Grupo Moitará FD/UnB;
Delia Dutra - Socióloga - professora CEPPAC
Denise da Veiga Alves, advogada, OAB/DF 24.399, mestra em Estudos do Desenvolvimento, membro do Coletivo Marietta Baderna e Renap
Denise Dourado Dora, advogada e Ouvidora Geral da DPE/RS;
Djefferson Amadeus, mestre em direito. Advogado.
Ducielly de Almeida Nóbrega - Defensora Pública /RR
Duda Quiroga secretária de Comunicação da CUT RJ, sinproRio e oposição CUTista SEPE
Edla Eggert - PUC-RS
Eduardo Fernandes de Araújo - Professor da Universidade Federal da Paraíba (CCJ - DCJ - UFPB), Doutorando do Centro de Estudos Sociais (Universidade de Coimbra).
Eduardo Matarazzo Suplicy - Professor
Elaine Moreira - Antropóloga
Eleonora Menecucci - prof titular da Unifesp. Ex ministra da SPM e feminista
Eliana Maria Lopes dos Santos de Andrade ,artista plástica;
Élida de Oliveira Lauris dos Santos, Pesquisadora, Centro de Estudos Sociais
Elinay Melo - Juíza - TRT 8
Elmir Duclerc- Promotor de Justiça e Professor da UFBA
Emília Ulhoa Botelho - antropóloga
Emir Sader - sociólogo, cientista político e Professor da UERJ
Eneida Vinhaes Bello Dultra - doutoranda da UnB e advogada popular
Érica Babini Lapa do Amaral Machado - Professora da UNICAP
Érika Lula de Medeiros, advogada, Renap e Marietas Badernas.
Erika Macedo Moreira/ prifa UFG/ Regional Goias
Esther Arantes - Professora de Psicologia da PUC e UERJ
Eufrásia Maria Souza das Virgens DP/RJ
Evandro Rodrigues dos Anjos CPT/TO
Fabiana Severi, Professora na FDRP da USP.
Fabiane Simioni, professora na Faculdade de Direito da FURG.
Fábio Capela - juiz de Direito/PR
Fábio da Silva Bozza - Professor de Direito Penal (ICPC)
Fabíola Souza Araújo - Procuradora Federal e pesquisadora do Grupo Moitará (UnB)
Felipe da Silva Freitas - doutorando e mestre em direito pela Universidade de Brasília
Fernanda Casagrande Martinelli Lima Granja Xavier da Silva - Professora da Faculdade de Comunicação da UnB
Fernanda Maria Vieira advogada e professora da fac direito da UFJF
Fernanda Martins, psicóloga
Fernando Antonio dos Santos Matos- Advogado e Defensor dos Direitos Humanos
Fernando Laercio Alves da Silva - Professor de Direito Processual Penal da Universidade Federal de Vicosa e Advogado
Fernando Luís Coelho Antunes. Advogado. Professor da Universidade Católica de Brasília (UCB). Doutorando em Direito, Estado e Constituição (UnB). Pesquisador do GCCrim/UnB.
Fernando Matos – Advogado e defensor dos Direitos Humanos
Fernando Muro Martinez historiador,
Fernando Tolentino de Sousa Vieira, jornalista e administrador público;
Filipe J Bastos de Assis DPE/RJ
Firmiane Venancio DEfensoria Publica da Bahia
Francisco Celso Calmon Ferreira da Silva OAB-ES e coordenador do Fórum Memória Verdade Justiça do ES.
Francisco Mariano, agrônomo
Francisco Messias - DPE/RJ
Gabriela Menezes Gulla - DPE/RJ
Genaro Ieno Neto - psicólogo
Geraldo Prado - Advogado e Professor de Direito Processual Penal da Universidade Federal do Rio de Janeiro
Gerson Sousa - DPE/PI
Geysa Maria Brasil Xaud - servidora pública
Gilberto Martins - Juiz do Trabalho
Gilmar Vieira da Silva, profissional liberal;
Gilson Santiago Macedo Júnior, estudante de Direito (UESB)
Gilson Santiago Macedo Júnior, estudante de Direito (UESB)
Giovana Acacia Tempesta - Antropóloga
Gisele Cittadino - Professora e Coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Direito da PUC-Rio.
Glaucia Ribeiro Starling Diniz, Ph.D., Profa. do Departamento de Psicologia Clinica/Instituto de Psicologia, Coordenadora Clínica do Projeto Maria da Penha: Atenção e Proteção a Mulheres em Situação de Violência Doméstica e Familiar
Glaucia Ribeiro Starling Diniz, Ph.D., Profa. do Departamento de Psicologia Clinica/Instituto de Psicologia, Coordenadora Clínica do Projeto Maria da Penha: Atenção e Proteção a Mulheres em Situação de Violência Doméstica e Familiar
Grijalbo Fernandes Coutinho - Desembargador do TRT 10 (DF e TO)
Guilherme Medeiros - Estudante de Direito
Gustavo Berner advogado coordenador do Deptº Jurídico da Associação de Docentes da UERJ e da UEZO
Gustavo Ferreira - Professor da UNICAP e da UFPE
Haroldo Caetano - MP-GO
Helena Pintor Bezerra Leite - DPE/PE
Helena Rocha Coutinho de Castro - Advogada e Mestre em Ciências Criminais pela PUC/RS.
Helenilda Ignacio de Lima ,empresária;
Heloisa Andrea Façanha Vaz - DPE/RJ
Henri Burin des Roziers, frade dominicano, advogado, CPT
Henrique Botelho Frota (IBDU)
Henrique da Fonte Araujo de Souza - DPE/PE
Iacilton Barreto Mattos - Diretoria SEEB-RJ CONTRAF CUT
Iara Pietricovsky - Antropóloga e atriz
Iáris Ramalho Cortês, advogada, OAB/DF, integrante do Conselho Deliberativo do Cfemea
Idê de Miranda Campos – Assistente Social
Idelcy Nunes - Secretária da Mulher Trabalhadora da CUT Amapá.
Ingrid Gomes Martins - Estudante de Direito, Gestão 2015-2016 do Centro Acadêmico de Direito FD/UnB.
Ilka Teodoro – Advogada – Associação de Advogadas pela Igualdade de Gênero
Iracema Vaz Ramos Leal - DPE/RJ
Isadora Dourado Rocha - Estudante de Direito FD/UnB
Isis Menezes Taboas - Advogada
Israel Hendrigo de Freitas e Dias - DPE/PE
Ismália Afonso, do Grupo de Pesquisa Trabalho, Educação e Discriminação da UnB
Ivanilda Figueiredo, Professora de Direito
Jacira Vieira de Melo - Instituto Patrícia Galvão/São Paulo
Ivonio Barros Nunes, economista e defensor de direitos humanos
Jacson Zilio, Professor de direito penal - UFPR
Jakeline Farias - assistente social e membro do Grupo Moitará
Jane Felipe Beltrão, antropóloga, docente UFPA
Jandira Feghali - Deputada Federal PCdoB/RJ e Líder da Minoria na Câmara dos Deputados
Jane Cardoso Costa- Jornalista
Jean Uema - advogado e servidor público
Jeane Xaud - Defensora Pública/RR
Jeovana Antonia Xavier - Servidora Pública
João Paulo Allain Teixeira - Professor UNICAP e UFPE
João Ricardo Wanderley Dornelles - Prof do Programa de Pós-Graduação em Direito da PUC/RIO e Coordenador-Geral do Núcleo de Direitos Humanos da PUC-Rio
João Victor Nery Fiocchi Rodrigues - mestrando em Direito, Estado e Constituição pela UnB e pesquisador do Centro de Estudos em Desigualdade e Discriminação (CEDD);
Jorge A. P. Bruno - DPE/RJ
Jorge Braga Barretto ,servidor público;
Jorge Bruno Souza – Antropólogo
Jorge Juan Leques - servidor público do MPF
José Carlos Moreira da Silva Filho / Vice-Presidente da Comissão de Anistia e Professor no Programa de Pós-Graduação em Ciências Criminais da PUCRS
José de Assis Santiago Neto - Advogado e Professor de Direito penal e processual penal da Faculdade Mineira de Direito (PUCMG)
José Pimenta - Professor do departamento de antropologia da UnB
Juarez Tavares, subprocurador geral da república aposentado
Julia Morim - antropóloga
Juliano Leonel - DPE/PI
Junéia CUT Nacional - Presidenta do sindomestias de nova Iguaçu RJ
Juraildes Barreira Nunes - Assistente Social CRESS-TO
Keila Machado secretária geral da CUT RJ e secretária de comunicação do SINTELRJ
Kenarik Boujikian - Juíza TJSP - Associação dos Juizes pela Democracia
Laís Barreto Rangel - Defensora Pública de Pernambuco
Larissa Assunção Oliveira - Estudante de Direito (UESB)
Lêda Martins - Antropóloga, Professora Ptizer College Claremont
Leila Rebouças - Promotora Legal Popular de Brasília-DF
Leilah Garcia - servidor público Federal do MPF
Lenio Streck - professor de direito constitucional e advogado.
Leonardo Barbosa - DPE/PI
Leonardo Costa de Paula - Professor de Processo Penal ABDConst
Leonardo Idenio Soares - Estudante de direito FURB/SC
Leonardo Isaac Yarochewsky - Advogado e Professor de Direito da PUC/Minas
Leonardo Marcondes Machado. Delegado de Polícia Civil/SC e Professor de Dir. Processual Penal da Católica/SC
Leticia Furtado - DPE/RJ
Letícia Malavolta, psicóloga.
Letícia Massula - Chef de Cozinha
Lídia Maria de Oliveira Morais - Biológa e Mestranda MESPT/CDS/UnB
Liéje Gouveia - Juíza - TRT 8
Lilian Avivia Lubochinski, arquiteta e urbanista, coordenadora da Cohousing Brasil e da SITUAÇÃO ARQUITETURA.
Liliane Brum - Antropóloga e ativista feminista da Articulação de Mulheres Brasileiras - AMB;
Lisiane Thurler Portella - Servidora Pública Federal
Livia Casseres, DP/RJ
Lourdes Maria Bandeira (Sociologia)
Luana Menezes Lira - Historiadora - Pesquisadora do Moitará e aluna Mestrado em Direitos Humanos e Cidadania
Luana Silva Melo Herculano - Defensora Pública do Estado de Pernambuco
Luanna Marley - advogada OAB/CE, integrante da RENAP-CE.
Lucas Moraes Santos - Advogado OAB/DF, mestrando em Direitos Humanos e Cidadania, UnB.
Luciana Boiteux, Professora de Direito Penal é Criminologia da UFRJ
Luciana Santos - Presidente Nacional do PCdoB e Deputada Federal PCdoB/PE
Luciana de Souza Ramos- Doutoranda e membro do grupo Marieta Baderna de advogadas populares.
Luciana Silva Garcia, advogada, OAB/BA, doutoranda em Direito pela UnB
Luciana Zaffalon, advogada, mestra e doutoranda em Administração Pública
Lucio Costa - Perito do Mecanismo Nacional de Prevenção e Combate à Tortura
Ludmila Cerqueira Correia, professora do Departamento de Ciências Jurídicas da UFPB e Doutoranda em Direito pela UnB.
Luís Otávio Calagian – Arquiteto, São Paulo/SP
Luiz Henrique Matias da Cunha - Advogado. Pesquisador do Grupo de Pesquisa de Direitos Étnicos Moitará - FD/UnB.
Luiz Otávio Ribas, pesquisador do IPDMS e professor UFRJ
Magda Barros Biavaschi desembargadora aposentada do TRT4, pesquisadora CESIT/UNICAMP
Magda de Lima Lucio - Professora Depto Gestao de Politicas Públicas;
Manoel Magalhães de Mello Netto economista;
Manuela Abath Valença - Professora da UFPE e da UNICAP;
Marcelo Labanca Correia de Araújo - Professor da UNICAP.
Marcelo Semer, juiz de direito do TJSP e ex-presidente da AJD
Marcia Nina Bernardes, Professora PUC Rio
Marcia Tiburi, filósofa e escritora
Marcilene Aparecida Ferreira - Mestra em Direito Ambiental e Desenvolvimento Sustentável e Profa ESCV/UFOP e IDH Belo Horizonte
Márcio Augusto Paixão, advogado
Márcio Pochmann - economista, prof. Unicamp
Marco Aurélio de Carvalho - OAB/SP
Marcos Delano - DPE/RJ
Marcos Ferreira, psicólogo e diretor do Instituto Sílvia Lane
Marcos Rezende - Coordenador Geral do Coletivo de Entidades Negras/CEN
Marcos Rocha, doutor, professor de direitos humanos do Unifeso.
Margarida Cavalheiro - advogada. Comissão de justiça e paz
Maria Caroline Veloso - Profa de História - Secretaria de Educação do Distrito Federal
Maria Eduarda Dantas - advogada e mestre em Ciência Política pela UnB
Maria Elisa Guedes Vieira - socióloga
Maria Goretti Nagime - advogada e mestranda em Sociologia Política da UENF
Maria Ignez Baldez Kato. Defensora Pública aposentada. Advogada.
Maria Lúcia Barbosa. Professora de Direito da UFPE e FBV.
Maria Aparecida Affonso Moyses - médica professora da Unicamp e do Movimento Despatologiza
Mariana de Assis Brasil e Weigert, Faculdade Nacional de Direito/UFRJ
Mariana Fernandes Távora – Promotora de Justiça do MPDFT
Mariana Mei de Souza, advogada.
Marieta Baderna de advogadas populares;
Marília Montenegro Pessoa de Mello - Professora da UFPE e da UNICAP
Marília Tenório Cardoso - DPE/PE
Mário Sérgio M. Pinheiro, Desembargador do Trabalho - membro da AJD;
Marlene Miranda - secretaria da Mulher CUT RJ - Bancária
Marlise Matos Professora Associada do DCP UFMG e Coordenadora do NEPEM UFMG.
Marta Guerra - Advogada
Martonio Mont'Alverne Barreto Lima - Prof. Titular da Uni. de Fortaleza e Proc. do Mun. de Fortaleza
Marluce Angelo da Silva - Oab/DF
Meire Cristina Cabral de Araújo Silva. Advogada. Mestranda em Ciências Sociais - Ceppac
Michela Calaça, agrônoma mestre em serviço social - militante social
Millena Calazan - Advogada feminista
Miriam Debieux Rosa - psicanalista, professora da PUC-SP e USP
Monica Rodrigues - Jornalista
Nathalia Monteiro - advogada
Neyla Ferreira Mendes Defensora Pública de MS
Nilcea Freire , professora aposentada da UERJ,
Nilto Tatto - administrador e deputado federal PT SP
Norma Lavenère DPE/PI
Pagu Leal - atriz , autora e ativista.
Patrícia de Mendonça Rodrigues - Antropóloga
Patrícia Magno - DPE/RJ
Paulo Baldez - Desembargador do TJRJ e membro da AJD
Paulo Maldos - Psicólogo
Paulo Pimenta - jornalista e deputado federal - PT/RS
Paulo Teixeira- advogado e deputado federal- PT/SP
Padre João - deputado federal, presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados
Pedro Estevam Serrano - Professor de Direito Constitucional da PUC/SP
Pedro Gontijo - Professor Filosofia Universidade de Brasília
Pedro Paulo Carriello- DPE/RJ
Pedro Russi - Prof. Faculdade de Comunicação, Coordenador Graduação-FAC
Pollianna de Fátima Santos Freire - Doutoranda Letras/UNB
Priscylla Joca, Doutoranda em Direito pela Universidade de Montreal, membro da RENAP
Raimundo José Miranda Souza ,administrador público;
Raquel Souza - UFBA
Renata Andrade Chamilet, produtora, BH.
Renata Conceição Nóbrega Santos, mestranda de História Social, Juíza do Trabalho do TR6 e membra da AJD
Renata Corrêa, roteirista/escritora - RJ
Renata Costa-Moura - Coordenadora do Observatório de Direitos Humanos e Justiça Criminal do ES-Odhes e Membro da Rede Nac. de Observatório de Direitos Humanos, Saúde e Justiça
Renata Tavares - DP/RJ
Renato Malcher, Neurocientista e professor da UnB
Renato Simões - Filósofo, ex-deputado federal PT/SP
Lorrany Lourenço Neves, CPT-TO
Renilva Mota Ferreira - Sec. da Mulher FENAPI/CUT
Ricardo André de Souza - DPE/RJ
Ricardo Prestes Pazello - professor da UFPR e secretário nacional do IPDMS;
Rita Laura Segato -professora da UNB
Rita Pata Rache - Profa do Instituto de Letras e Artes - Universidade Fed. do Rio Grande/RS
Roberta Fraenkel - DPE/RJ
Roberta Rodrigues Pitanga - Defensora Pública do Estado de Pernambuco
Roberto A. R. de Aguiar, professor emérito da UnB.
Roberto Bueno - Prof. Adjunto III - Faculdade de Direito UFU / UnB (CT)
Roberto Freire Jr - Advogado Prof da UNIFOR
Rodrigo de Medeiros Silva- OAB-CE 16.193/ Renap e membro da Comissão Nacional de Acesso à Justiça do CFOAB
Rodrigo Lentz - Advogado em Direitos Humanos e doutorando em Ciência Política da UNB
Rodrigo Mesquita - advogado
Rogério Giannini - psicólogo, presidente eleito ao Conselho Federal de Psicologia
Rolf Hackbart - Economista
Romário Schettino, jornalista;
Rômulo de Andrade Moreira, Procurador de Justiça do mp/BA e Professor de Direito Processual Penal da Universidade Salvador - UNIFACS
Rosane M Reis Lavigne, Defensora Pública do Estado do Rio de Janeiro, integrante do Forum Justiça.
Rosane Ramalho, psicanalista
Rosangela Aparecida Talib, Psicologa e Católicas pelo Direito de Decidir assinam a carta;
Roseli Goffman, Psicóloga
Rubens Casara, professor de processo penal e membro da AJD;
Rubia Abs da Cruz, advogada, Coordenadora Nacional CLADEM Brasil
Salah H. Khaled Jr. - Professor de Direito Penal e Criminologia da Universidade Federal do Rio Grande - FURG.
Salo de Carvalho, Faculdade Nacional de Direito/UFRJ
Sandra Nascimento - Professora de Direito Constitucional, Doutora em Ciencias Sociais, especialista em estudos Comparados sobre as Américas, pelo Ceppac-UnB. Advogada Ativista e Consultora em Direitos Humanos.
Savio Barbalho advogado e professor universitário
Schuma Schumaher - escritora, ativista feminista da AMB
Selma Batista - Socióloga, assessora de projetos sociais do Movimento de Educação de Base (MEB)
Sergio Graziano, advogado, professor do PPG DIREITO da Universidade de Caxias do Sul (RS).
Sérgio Sant'Anna - Procurador Federal e Professor de Direito Constitucional da UCAM
Sérgio Verani-desembargador TJRJ , prof. Uerj-aposentado.
Sheila Sabag - ativista feminista - Casa da Mulher Catarina;
Silvana Soares - jornalista, publicitária e professora universitária
Silvia Burmeister -Advogada presidente ABRAT .
Sílvia da Cunha Vieira, advogada, especialista em Direitos Humanos, Justiça Restaurativa e Mediação de Conflitos
Silvia Guimarães, Professora do Departamento de Antropologia da UnB;
Silvia Pimentel, Professora de Direito da PUC/SP e integrante do Comitê sobre Eliminação da Discriminação contra as Mulheres da ONU (CEDAW)
Simone Nacif - juiz de direito e membro da AJD
Simone Paulon / professora UFRGS PPG Psicologia Social e Saude Coletiva.
Sônia Bezerra da Silva, servidora pública
Sônia Maria Alves da Costa, Advogada Popular e Doutoranda em Direito/UnB;
Sueli Aparecida Bellato - religiosa e advogada
Suellen Caroline A. Sousa, ativista, advogada OAB/SE 9537
Susana de Castro Professora associada do departamento de filosofia da UFRJ; coordenadora do laboratório Antigona de filosofia e gênero e coordenadora do gt Filosofia e Gênero da Anpof
Suzi Alves Camey, Diretora do Instituto de Matemática e Estatística da UFRGS.
Tânia de Siqueira Ottoni, tradutora e professora;
Tania kolker, psicanalista
Tânia Mara Campos de Almeida (Sociologia)
Tarso Cabral Violin - advogado e professor de Direito Público da PUCPR e FAPI
Tatiana Lionço - Professora da faculdade de Psicologia da Unb
Tédney Moreira da Silva - Mestre em Direito, Estado e Constituição da Universidade de Brasília - UNB
Tereza Campello , economista, ex-ministra do Ministério Assistência Social e Combate à Fome;
Thaís Dumet Faria - doutora direito UNB
Thaize de Carvalho Correia
Thalita Monteiro advogada e coordenadora Institucional do grupo de Mulheres Negras Malunga. Coordenadora da AMNB pelo centro oeste.
Thiago M. Minagé - Advogado e Prof. Processo Penal da UNESA e UFRJ/FND
Torquato da Silva Castro - Professor Titular da UFPE
Valéria Pandjiarjian, advogada
Vanessa Chiari Gonçalves, professora de direito penal e de criminologia da UFRGS;
Vanessa Lima - advogada OAB/PB, membro do coletivo Marias, do CRDH da UFPB.
Vanessa Ottoni de Brito administradora e fotógrafa;
Vera Regina Pereira de Andrade
Veronica Chaves Salustiano, Advogada OAB/TO, membra da RENAP
Victoria de Sulocki, Professora da Puc-Rio e advogada
Vincenzo Lauriola - economista
Vinícius Alves, mestrando em Teoria e Filosofia do Direito - UERJ; Fórum Justiça
Vinicius Braga Sobral DP-MG
Wadih Damous - advogado
Wanja Carvalho, Procuradora Federal aposentada.
Welliton Caixeta Maciel, pesquisador GCCrim/UnB.
Wilson Ramos Filho, doutor, professor de direito na UFPR
Xavier Jean-Marie Plassat, dominicano, CPT-Campanha nacional contra o trabalho escravo
Yasmin Oliveira Mercadante Pestana DP/SP
Yeda Paura . secretaria geral do Sinttel Rio
Yvone Magalhães Duarte , assistente social, militante dos Direitos Humanos
Grupos e associações:
Associação de Advogadas e Advogados Públicos para a Democracia
NEGENPSIC - Núcleo de Estudos de Gênero e Psicologia Clínica do Laboratório de Saúde Mental/ Departamento de Psicologia Clínica/ IP/UnB
Grupo Asa Branca de Criminologia
SOS Corpo Instituto Feminista pela Democracia
Articulação de Mulheres Brasileiras
Católicas pelo Direito de Decidir
Coletivo Autônomo Feminista Leila Diniz, RN
Articulação de Organizações de Mulheres Negras Brasileiras - AMNB
NEPEM/UnB
Juristas Pela Democracia - Tocantins
Instituto de Pesquisa Direitos e Movimentos Sociais - IPDMS
Comissão Pastoral da Terra - CPT
Comissão Dominicana de Justiça e Paz do Brasil.
Criado em 2016-09-01 20:25:52
No arraiá do Museu de Arte do Rio (MAR) vai ter apresentações do Sexteto Sucupira e do grupo Virimexe, além de barraquinhas com comidas e bebidas típicas. Nesta sexta, dia 28/6, a partir das 18h. Ingressos a R$ 5 (meia) e R$ 10 (inteira) - Praça Mauá - Centro do Rio. Classificação: Livre.
O evento, realizado nos pilotis do Museu de Arte do Rio, contará com a apresentação do show Forró Jazz Cigano Tropical, do Sexteto Sucupira que remete a heranças culturais Ibéricas, com influências africanas, orientais e indígenas, assim como choro, música caribenha e jazz. A abertura fica por conta do grupo Virimexe, com clássicos das festas juninas tradicionais. No repertório, sucessos de grandes artistas como o rei do baião Luiz Gonzaga, Dominguinhos, Jackson do Pandeiro, Zé Ramalho, Alceu Valença e Geraldo Azevedo.
A curadoria é de Gabriel Moreno. Os ingressos podem ser adquiridos na bilheteria do museu. Cariocas e moradores do Rio de Janeiro pagam meia-entrada. Mais informações pelo telefone (21) 3031-2741 ou pelo site www.museudeartedorio.org.br
Criado em 2019-06-26 03:00:19
O presidente interino Rodrigo Maia, seguindo orientação do presidente Michel Temer, que se encontra em viagem à China, extinguiu o Conselho Curador da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), demitiu o presidente Ricardo Melo e nomeou o jornalista Laerte Rimoli.
Logo em seguida, alertado de que Melo tinha sido reconduzido ao cargo por medida liminar do STF, Maia revogou a (re)nomeação de Rimoli, mas manteve a extinção do Conselho Curador.
Sobre isso, a ex-presidente da EBC, Tereza Cruvinel, e os conselheiros da comunidade do Conselho Curador se manifestaram.
Veja a seguir as duas notas:
"EBC: Acabou a comunicação pública
Tereza Cruvinel (*)
Como primeira diretora-presidente da EBC, responsável por sua implantação e direção nos primeiros quatro anos, repudio a medida autoritária e obscurantista do novo governo, de desfigurar juridicamente a empresa, interrompendo o projeto de desenvolvimento da comunicação pública no Brasil, resultado de ampla mobilização popular em 2006/2007 e de lei aprovada pelo Congresso Nacional.
A medida provisória assinada pelo presidente em exercício Rodrigo Maia, ao suprimir da lei 11652/2008 os artigos que previam o mandato do diretor-presidente, o Conselho Curador composto majoritariamente por representantes da sociedade e as garantias de independência da programação em relação ao governo federal, altera a essência e a natureza pública dos veículos da empresa.
Os diretores não serão mais de escolha do diretor-presidente da EBC mas nomeados pelo próprio presidente da República.
Estes são os elementos diferenciadores de sua natureza, aqui e em outros países que seguem a recomendação da UNESCO a favor da existência de canais públicos.
Em nome do combate a suposto aparelhamento político-partidário, a EBC é agora reduzia à condição de agência de comunicação e proselitismo governamental, como a antiga Radiobrás.
Agora, sim, estará subordinada ao controle editorial pelo governo, ao loteamento político-partidário, ao fisiologismo e ao empreguismo.
Se o Congresso Nacional aprovar tais alterações, estará sepultando o esforço de todos os que se empenharam na realização do artigo 223 da Constituição Federal, implantando um sistema público de comunicação independente e controlado pela sociedade, garantidor da pluralidade e da complementaridade aos serviços privados e estatais.
A TV Pública, as rádios e a agência geridos pela EBC não poderão mais ser chamados de canais públicos.
Doravante, serão canais governamentais. Finalmente, o conteúdo “chapa branca”, tão denunciado pelas mídias privadas e adversários do projeto, e nunca confirmado nestes últimos oito anos, prevalecerá nos veículos da EBC. A vigilância certamente cessará.
A segunda exoneração do diretor-presidente Ricardo Melo também configura um atentado jurídico e um desrespeito ao STF, que o reconduziu por medida liminar ao cargo depois da primeira demissão.
Sua nomeação foi um ato jurídico perfeito, uma vez que, quando ocorreu, vigia plenamente a Lei 11.652/2008. A lei, nem medidas provisórias com força de lei, podem retroagir para suprimir direitos.
A desfiguração da EBC constitui um retrocesso que merece o repúdio de todos os cidadãos e cidadãs comprometidos com o aprimoramento da democracia e exige uma grande mobilização para que seja rejeitada pelo Congresso Nacional".
_________________
(*) Tereza Cruvinel é jornalista, ex-presidente da EBC.
Moção de repúdio contra desmonte da EBC
O Conselho Curador da Empresa Brasil de Comunicação (EBC) repudia de forma veemente a Medida Provisória 744, publicada sexta-feira (2/9) que acaba com o caráter de empresa de comunicação pública.
A MP 744 é uma afronta aos princípios constitucionais que estabelecem a comunicação pública como um direito da sociedade brasileira. A medida fere o artigo 223 da Constituição Federal, que prevê a complementaridade dos sistemas público, privado e estatal.
A MP 744 extingue o Conselho Curador e assim tira a autonomia da EBC em relação ao Governo Federal para definir produção, programação e distribuição de conteúdo no sistema público de radiodifusão e agências.
Também foi publicado nesta sexta-feira decreto que exonera o diretor-presidente da EBC Ricardo Melo, contrariando uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que garantiu a legalidade do mandato em junho (**).
Composto por representantes de vários setores da sociedade civil, do Congresso Nacional, do Governo, e dos funcionários da empresa, o Conselho Curador tem atuado para garantir a diversidade de vozes nos veículos da EBC.
Além da vigilância constante para o cumprimento dos princípios que regem a EBC, ao longo dos últimos oito anos, o Conselho Curador foi responsável por demandar a criação de uma faixa de diversidade religiosa na TV Brasil e nas rádios da EBC, orientar a empresa na criação do seu manual de jornalismo, recomendar e cobrar diversidade de gênero, raça, orientação sexual e acessibilidade em todos os conteúdos, defender a cobertura de pautas relacionadas aos direitos humanos, apontar as diretrizes para os planos de trabalho anuais da empresa e promover mais de dez audiências públicas para debater temas diversos como a produção independente e regional.
Cabe ressaltar que a MP 744 extingue o Conselho Curador no mesmo dia em que ocorreria a sua 63ª Reunião Ordinária, em que iria deliberar sobre assuntos importantes envolvendo a grade de programação dos veículos da EBC, a destinação dos recursos da Contribuição para o Fomento da Radiodifusão Pública e a renovação do próprio Conselho.
Os/as integrantes do Conselho Curador se juntam às iniciativas da sociedade civil contra a MP 744 e na firme defesa da EBC e da Comunicação Pública.
Representantes da sociedade civil no Conselho Curador da EBC:
Rita Freire (presidenta)
Ana Maria da Conceição Veloso
Enderson Araújo de Jesus Santos
Heloisa Maria Murgel Starling
Ima Célia Guimarães Vieira
Isaias Dias
Joel Zito Araújo
Matsa Hushahu Yawanawá
Mário Augusto Jakobskind
Paulo Ramos Derengoski
Rosane Maria Bertotti
Takashi Tome
Venício Arthur de Lima
Wagner Tiso
Representante dos funcionários da EBC no Conselho Curador da EBC
Akemi Nitahara
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(**) EM TEMPO: Não demorou muito para que o Palácio do Planalto lembrasse que Ricardo Melo havia retornado ao cargo por força de uma decisão liminar do STF e que só com uma nova posição da Suprema Corte ele poderia sair de lá. Diante disso, a Imprensa Nacional teve que rodar uma edição extraordinária do Diário Oficial da União, revogando a exoneração de Melo e cancelando a nomeação de Laerte Rimoli. Mas o estrago maior foi mantido, ou seja, a extinção do Conselho Curador.
Criado em 2016-09-05 23:05:28
Brasília - O artista Bruno Ferraz, rondoniense radicado em Brasília, abre exposição fotográfica dia 28 de junho, a partir das 20h, no estúdio localizado no Bloco M, casa 43, da Quadra 705 Sul. Entrada gratuita.
Bruno Ferraz, que busca com sua obra testar a quebra dos limites do ser humano, diz que “não há vidros e barreiras que não possamos quebrar e enfrentar”.
Suas obras são reconhecidas pelo excesso de cores, mas sem excluir o preto no branco explosivo. Bruno explora ainda o surrealismo e coloca alma em cada gesto, cada objeto e corpos que retrata. “Sou apaixonado pela essência de Frida Kahlo e pelas cores e força de Tarsila do Amaral”, justifica o artista.
Após meses de trabalho em seu estúdio, o artista expõe NusLimites- Por Trás de Barreiras Invisíveis. Os trabalhos propõem uma quebra de barreiras internas e externas por meio de quatro modelos que são retratados na essência de cada personagem.
“Um aquário pode dar a sensação de que estamos presos. Mas, estamos expostos em um aquário. O mesmo acontece quando nos escondemos atrás de um vidro ou nos olhamos no espelho. NusLimites gera um desconforto confortável. Uso e abuso de vidros e espelhos como metáforas às prisões frágeis, porém intensas que enfrentamos no decorrer da vida”, explica Ferraz.
Em parceria com o modelo chileno Diego Guaita, com a atriz Clara Camarano e com os modelos brasileiros Igor Gabriel Silva Alves e Mayk Lucas Medeiros de Souza, Ferraz apresenta um ensaio com mais de 30 fotos em preto e branco. A opção pelo P&B busca a explosão de cores onde não há cores.
Afinal, a imagem de Bruno fala por si só. “Poucos elementos e modelos retratados, por vezes, como andrógenos. Gosto desta coisa de desmistificar o ator, o sexo e colocar alma no meu trabalho. Afinal, cada ser humano pode ser o que quiser. A alma fala muito mais nesta exposição”, destaca o fotógrafo.
“O estar nu, no entanto, não é agressivo. É contemplativo. São fotos provocativas que levam à reflexão por meio da prisão atrás de vidros, de sacos plásticos e demais adereços”, diz Bruno.
As obras estão à venda. Contatos pelo e-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. ou pelo telefone (61) 98203-8568.
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Serviço:
Pré-lançamento da exposição NusLimites – Por Trás de Barreiras Invisíveis
Data: 28 de junho, sexta-feira
Horário: A partir das 20h
Local: Bloco M, casa 43, da 705 Sul (W3 Sul)
Informações: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
Entrada gratuita
Não recomendado para menores de 18 anos.
Criado em 2019-06-24 17:03:09
Romário Schettino -
A ausência dos chamados caciques, ou dos capas pretas dos partidos políticos de esquerda, é uma característica dos protestos de rua que incluem Fora, Temer! Fora, Cunha! Reforma Política, já! Diretas, já! e outras palavras de ordem necessárias e bem ditas com a cadência da juventude estudantil e dos excluídos do campo e da cidade.
O povo está nas ruas. O que ocorreu em Brasília, da Praça do Museu da República até a rampa do Congresso Nacional, foi o Grito dos Excluídos, realizado desde 1995, no dia 7 de Setembro. Esse ato é promovido pela Pastoral Social da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).
Não subiu no carro de som nenhum político, nenhum líder partidário, nenhum deputado. O povo nas ruas promete: “Não tem arrego, você tira meus direitos e eu tiro o seu sossego”.
Estavam lá na Esplanada cerca de 10 mil pessoas. Trabalhadores rurais, estudantes, mulheres, negros e negras, homossexuais para protestar contra a usurpação da Presidência da República por Michel Temer e seus aliados, exigir eleições gerais e, claro reforma agrária.
Um cartaz dizia: “Eu acuso os três poderes de impedir a reforma agrária no Brasil”. Outro: “Meu partido é meu país”. “Fora, Cunha, Fora Temer”.
No carro de som, comandado e dirigido por mulheres, os discursos se revezavam reafirmando o caráter suprapartidário, libertário, democrático e, sobretudo, exigindo reforma política e a manutenção (ou a ampliação) dos direitos conquistados ao longo dos últimos anos.
O governo Temer, considerado ilegítimo, não poderá ignorar a resistência às reformas neoliberais já anunciadas.
Estão na fila para votação no Congresso Nacional, a entrega do Pré-Sal (já iniciada), terceirização da mão-de-obra, a flexibilização da CLT (negociado prevalecendo sobre o legislado), reforma da Previdência, com aposentadoria aos 75 anos, desregulamentação dos setores produtivos, privatização desenfreada do patrimônio dos brasileiros (Petrobras, Banco do Brasil, Caixa Econômica).
E mais, está na onda privatista o sistema educacional, a saúde e a totalidade da produção de energia hidrelétrica.
Esse avanço predador significará redução da proteção social implementada nos governos Lula e Dilma (bolsa família, Pronatec, Prouni etc etc).
Tudo em nome da redução dos gastos públicos e geração de superávit primário para pagar os juros da dívida e enriquecer os banqueiros, aumentar a concentração da riqueza. Os pobres, que se explodam.
Temer construiu, com a ajuda da imprensa comercial e seus aliados de direita, a maioria no Congresso Nacional que permitiu a retirada de Dilma Rousseff do governo sem crime de responsabilidade, mas não dormirá um dia sequer sem ouvir o barulho das ruas: Fora, Temer!
Queiram, ou não, seus apoiadores também terão que ouvir: Golpistas! Golpistas!
Criado em 2016-09-07 22:18:11
Brasília – Cantora de 23 anos, Dara Alencar, lança seu primeiro CD dia 19 de junho, a partir das 19h30, na Barbearia Don Baron (Bar Cabelo e Bigode, na 302 Sul), em Brasília.
Ela tem 23 anos. Mas começou a tocar ainda aos nove em Porto Velho (Rondônia), sua cidade natal. A cantora e violonista Dara Alencar participou ainda, aos 15, do programa Qual é o seu talento?, do SBT. Em Brasília desde seus 16 anos, a artista deu continuidade a sua carreira musical e agora se prepara para alçar um voo mais alto na capital federal.
A Barbearia Don Baron funciona como um pub durante a noite. A compositora Valéria Fajardo fará a abertura do show junto com o músico Marcus Fonseca. Ingressos: R$ 60 a mesa, para quatro pessoas. Classificação livre.
O CD DARA estará à venda por R$ 20. Contatos da cantora para shows:
Fica técnica:
Composições: Dara Alencar
Produção, arranjo e mixagem: Paulo Lessa em Estúdio Zero Db (Brasília)
Masterização: Marcos Pagani em Estúdio Orbis (Brasília)
Capa e ilustração: Jazz Arrais (Porto Velho)
Arte e design gráfico: Luan Oliveira em Olivr Publicidade (Porto Velho)
Músicos:
Elam Gustavo - bateria
Rafael de Sousa - contrabaixo acústico e elétrico
Paulo Lessa - guitarra e gaita
Juan Albuquerque - violão nylon e aço
Dara Alencar - violão nylon
Filipe Togawa - teclados (para o show de lançamento: Jhonatan Bernardo)
Pedro Castro - saxofone alto
Bel Quintela - backing vocal
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Serviço:
Cantora e violonista Dara Alencar apresenta o álbum DARA
Local: Barbearia Don Baron – Bar Cabelo e Bigode (302 Sul)
Data: 19 de junho, quarta-feira.
Horário: 19h30
Ingressos: R$ 60 a mesa que cabe quatro pessoas
Vendas antecipadas: Don Baron (302 Sul) ou pelo sympla:
https://www.sympla.com.br/pocket-show---lancamento-ep-dara__535404
Informações: 98313-1909 e 3547-6067
Criado em 2019-06-14 23:01:58
Romário Schettino e Sandra Crespo -
O que se diz na imprensa "especializada" é que Dilma Rousseff foi longe demais nas desonerações fiscais e que isso só favoreceu os ricos. Que os bancos nunca ganharam tanto dinheiro como nos governos petistas. Que Michel Temer tem herança maldita, e tenta fazer cumprir um calendário traçado pela própria presidenta deposta.
Os jornalistas também não se cansam de mandar recados para Temer ameaçando tirar-lhe o trono, caso ele não faça o que tem que ser feito imediatamente: arrochar mais ainda as contas públicas e privatizar o máximo, entregando a preço de banana patrimônio e tecnologia duramente conquistados pelos brasileiros. E, claro, reformar a Previdência de maneira a penalizar os mais fracos – deixando o resto por conta do mercado.
Quando as vaias e gritos de Fora Temer ensurdecem o presidento, acodem logo alguns “analistas”, que são empregados dos veículos da poderosa imprensa brasileira. Eles dizem, veja só, que os protestos não são contra Temer e os apoiadores do golpe parlamentar, e sim dirigidos às políticas econômicas adotadas por Dilma Rousseff.
Há nisso uma baita desonestidade intelectual. Citando um blogueiro rococó, até as gramíneas da Esplanada dos Ministérios sabem que o boicote ao governo Dilma começou a ser orquestrado pelo PSDB no dia em que Aécio Neves foi derrotado por Dilma, em outubro de 2014!
Nessa empreitada, o PSDB teve o apoio de muitos bandidões diplomados do PMDB e de outros partidos que integravam a base da presidenta. Por último, mas não menos importante, essa turma também teve, de bandeja, uma interpretação constitucional e legal nada ortodoxa e muito amigável por parte de membros do Judiciário e do Ministério Público. Acrescente-se ai o apoio da chamada grande imprensa.
Agora, Temer, após consumado o golpe parlamentar, despeja no Congresso, em doses muito mais amargas, parte da receita equivocada tentada por Dilma no início do segundo governo.
E, canalhice das canalhices, o usurpador, sem um voto sequer nas urnas, tenta nos enfiar a todos os brasileiros, goela abaixo, todo o programa do Aécio derrotado em 2014.
Um saco de maldades que Dilma e Lula jamais fariam: destruir a CLT para retirar direitos conquistados pelos trabalhadores há mais de setenta anos; desmontar o SUS, em vez de fortalecê-lo; e em conluio com setores obscurantistas do Judiciário e do Ministério Público, manter a salvo de novas delações e investigações seus parceiros políticos – alguns ministros poderosos.
Enquanto o pau come no lombo de Lula e outros inimigos dessa gente que tomou o poder de assalto.
Temer está entregando o pré-sal e a Petrobras para as multinacionais. Parece uma frase de efeito, porém é uma abstração para o cidadão comum. Por quê? Porque as tevês e os jornais, rádios e noticiosos mais lidos na internet ignoram o assunto solenemente! Não fazem uma matéria de verdade sobre o que está em jogo. O jogo sujo.
Interessante que, no dia seguinte à deposição de Dilma pelo Senado, todos os analistas econômicos e âncoras-que-se-acham da "grande" mídia repetiram umas cem vezes o mantra: se não fizerem a reforma, a previdência quebra e, ai sim, adeus aposentadoria!!! (zoom no olhar penetrante).
As políticas sociais de Lula e Dilma estão sendo, uma a uma, derrubadas pelo dominó sinistro de Temer. Será que, quando a maioria das vítimas acordar, será tarde demais? Só as ruas poderão dizer.
Por uma questão de honestidade intelectual, lembramos que a CUT e o PT jogaram duro com Dilma e contra as medidas amargas do ajuste fiscal.
Pode-se dizer que Lula e Dilma também eram neoliberais adaptados, pois o sistema internacional vigente exige coisas que nem o diabo imagina. E ambos falharam ao não bancar a reforma política e a regulamentação da Constituição quanto à exigência de cumprimento da função social dos meios de comunicação.
Mas é incontestável, em contrapartida, que Lula e Dilma tinham como meta principal a inclusão social, a distribuição mais justa da renda e o combate à miséria. Sem falar na ampliação estratosférica do acesso ao ensino superior e técnico e na valorização da carreira acadêmica.
Enfim, uma pequena redistribuição da riqueza estava a caminho. Faltava, claro, muita coisa ainda, como taxar as grandes fortunas, ampliar a reforma agrária, recuperar o parque industrial e tecnológico e mudar a tabela do Imposto de Renda retido na fonte etc etc.
Mas ignorar, omitir, esquecer o papel devastador da gangue de Eduardo Cunha é um grave desvio ético de muitos jornalistas considerados experts em política e economia.
Pois, ao invés de discutir, votar e aprovar o ajuste, o que fazia Cunha? Aprovava pautas-bomba, aumentando ainda mais os gastos do governo.
Esses predadores levaram ao plenário projetos de quinta categoria, ultraconservadores, até criminosos contra minorias. Esses parlamentares articularam com Temer e PSDB por debaixo dos panos a deposição da presidenta constitucional.
Então, desenhemos, para ficar claro. A presidenta Dilma não tinha base parlamentar. Por quê? Porque é difícil governar sob chantagem diuturna de falsos e poderosíssimos aliados, que apagavam o fogo com gasolina.
Na Câmara não passava nada. Aliás, uma proposta passava sim, e passava voando: o impeachment de Dilma, que foi sumariamente votado em exatos 30 dias na Câmara – de 17 de março, quando foi instalada a comissão, a 17 de abril, quando o mundo pôde ver cenas patéticas do legislativo profundo, ao vivo e em cores.
Enquanto isso, as comissões permanentes da Câmara dos Deputados, onde tramita a maioria dos projetos de lei, só foram instaladas este ano em maio! Nunca antes da história democrática deste país tal omissão legislativa foi registrada.
Enquanto isso, também, arrasta-se o processo de cassação de Eduardo Cunha – que começou a tramitar há mais de dez meses.
A economia de um país socialmente injusto como o Brasil exige uma imprensa mais comprometida com verdades inteiras, com a defesa do respeito ao voto popular e menos submissa a interesses internacionais. Um pouquinho só de nacionalismo já estaria de bom tamanho.
Defender privatização, desregulamentação das leis trabalhistas e a acumulação de riquezas por meio da espoliação da mão-de-obra alheia é desumano e não merece sequer o respeito de quem lutou e luta por um Estado mais justo.
E dizer que a vaia ao Temer era endereçada a Dilma é... o que mesmo? Uma piada? Um insulto à inteligência do freguês? Ou simples puxa-saquismo, sendo todo dia mais realista do que o rei?
Criado em 2016-09-09 01:30:37
Os artistas e os produtores brasilienses tiveram motivo de sobra para festejar na tarde desta terça-feira, 11 de junho. Por decisão unânime, o Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF) suspendeu o cancelamento do Fundo de Apoio à Cultura (FAC) das áreas culturais.
O julgamento foi favorável ao pedido de medida cautelar na Representação n° 8/2019 - processo n. 11.906/2019 - do Ministério Público de Contas do Distrito Federal, que requereu a não utilização das verbas destinadas ao edital FAC/Áreas Culturais 2017/2018 para 270 projetos de todas as linguagens artísticas. Aceita a cautelar, fica suspenso o ato ilegal do secretario de Cultura e Economia Criativa do DF.
Foi a vitória de uma batalha que faz parte de uma longa luta. O secretário de Cultura do DF, Adão Cândido, e o governador do DF, Ibaneis Rocha, haviam desviado R$ 25 milhões do FAC sob a alegação de que o dinheiro seria usado para a reforma da Sala Martins Pena do Teatro Nacional de Brasília, fechado e entregue aos ratos e às baratas há quase cinco anos.
Com a vitória no TCDF, cria-se um impasse. A decisão do Tribunal não obriga o governador e o secretário de Cultura a pagar os artistas vencedores do certame do FAC. Assim, até o próximo passo, a verba está no limbo - nem a classe artística nem a Sala Martins Pena se beneficiarão do dinheiro.
Na quinta-feira, 13 de junho, a Comissão de Interlocução Jurídica (da classe artística) e o escritório Mauro Menezes & Advogados se reunirão para traçarem, juntos, as estratégias necessárias. Além disso, a classe artística e os produtores devem estar mais do que nunca unidos porque, para o governador Ibaneis, a briga é pessoal. Por provincianismo e preconceito, ele e o secretario Adão Cândido acham que a cultura produzida na capital da República é de pouca qualidade e merece ser esquecida.
Criado em 2019-06-12 00:12:35
Romário Schettino -
O espetáculo promovido hoje (14/9) pelo Ministério Público Federal, na figura do procurador Deltan Dallagnol (e seus coleguinhas da Força Tarefa da Lava Jato), expôs o Brasil de maneira ridícula perante o mundo.
A frase mais importante da “denúncia”, escondida convenientemente pelos meios de comunicação, é digna de quem se diz seguidor de Jesus Cristo (está no perfil de Dallagnol no Twitter), pois introduz no Direito a categoria da fé, em vez de provas.
“Não contem com provas, mas temos convicção (ou fé)” de que Lula era o comandante do esquema de corrupção na Petrobras e que cometeu os crimes lavagem de dinheiro, enriquecimento ilícito, ocultação de propriedades, corrupção ativa, passiva etc etc.
Ora, todos nós podemos ter fé em Deus, em Jesus Cristo, mas levar isso para o campo jurídico é inverter todos os princípios que nortearam a separação entre Estado e religião no Século XVIII.
Essa mistura de categorias jurídica e religiosa também lembra a inquisição, quando não interessavam as provas, bastava a vontade de condenar do inquisidor.
A propriedade de um tríplex no Guarujá, jamais comprovada, passou a ser uma questão de fé: “Eu estou convicto” de que aquele apartamento é dele (Lula).
Qualquer advogado em início de carreira sabe que não cabe a um procurador esse tipo de afirmação. Aliás, todo o discurso dos procuradores foi político. Aliás, isso foi denunciado pelo advogado de Lula. Os procuradores são militantes anti-PT e anti-Lula e manifestaram suas preferências politicas na internet.
O procurador Roberson Pozzobom abre sua fala admitindo que não “tinha provas cabais”, mas continuou proferindo todo tipo de impropério contra o ex-presidente da República. A controversa teoria do domínio do fato virou um mantra.
É muito curioso que essa patética exposição do MPF tenha sido feita com a ausência do juiz Sérgio Moro (ele está viajando aos EUA) e não tem prazo para se pronunciar sobre a s “denúncias”.
Outro fato curioso é que as “denúncias” falam em esquema do PT para comprar a base de sustentação do governo Lula, mas não mencionam o PMDB, o principal aliado de Lula e Dilma. Por que Michel Temer não quer falar sobre as denúncias? Teria ele o rabo preso?
O que está claro é que esse espetáculo midiático faz parte de um jogo para desgastar Lula e o PT durante as eleições municipais, mas pode surtir um efeito contrário, tamanho é o descalabro. Tudo vai depender da reação da militância do PT e de seus aliados.
Se o desgaste não for suficiente, pode o juiz Sérgio Moro acolher parte das denúncias e cozinhar essa novela por um bom tempo até inviabilizar a candidatura de Lula em 2018. Seja decretando sua prisão, seja desgastando sua imagem perante o eleitorado a ponto de Lula deixar de aparecer como favorito nas pesquisas de opinião.
É com isso que conta o PSDB de Dallagnol. Mas muita água ainda vai passar debaixo da ponte que liga os tucanos a Michel Temer.
Criado em 2016-09-15 01:21:27
Brasília – O futuro do Fundo de Apoio à Cultura (FAC) está nas mãos do Tribunal de Contas do DF (TCDF). Previsto para entrar na pauta da sessão do dia 6 de junho, o assunto foi retirado sem nenhuma explicação. Ainda não tem data para voltar ao plenário.
O procurador Marcos Felipe Pinheiro Lima, da 4ª Procuradoria do Ministério Público de Contas do DF, apresentou ao TCDF, em 24 de maio, pedido de medida cautelar (n° 8/2019 - processo n. 11.906/2019), para que a Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF suspenda os efeitos do “Aviso de Cancelamento do Edital de Chamamento Público 17/18”, no valor de R$ 25 milhões. O assunto havia sido levado à plenária, anteriormente, em sessão do dia 23 de maio, porém, pedido de vistas do conselheiro Inácio Magalhães adiou a avaliação.
Neste momento está em discussão apenas se o tribunal deve adotar a medida cautelar de mandar a Secretaria de Cultura paralisar tudo até que ele decida o mérito. Trata-se, portanto, de medida emergencial que não está sendo entendida como tal pelo TCDF.
Para representantes da Frente Unificada da Cultura do DF, os trâmites de avaliação do pedido, por parte do TCDF, precisam ser apressados para não agravar a insegurança do setor cultural. “Estão em jogo o emprego e sustento de 42 mil trabalhadores e o pleno funcionamento da produção cultural, dado o cancelamento de 269 projetos e eventos por todo o DF”, alerta a Frente.
No entendimento do procurador Marcos Felipe Pinheiro Lima, a iniciativa da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF [em destinar recursos do FAC para reforma de patrimônio], contraria os princípios da finalidade do fundo e deveria ser acompanhada de exposição de motivos e justificativas para ser adotada. “A aplicação em área, em princípio, não permitida indica afronta à legalidade”, argumenta.
A Frente avisa que “se o Secretário de Cultura, Adão Cândido, e o governador Ibaneis Rocha pensavam que iríamos jogar a toalha, se enganaram, estamos cada vez mais unidos, mobilizados e organizados para lutar contra os descumprimentos da Lei Orgânica da Cultura (LOC) que destina, por meio do FAC, recursos para projetos e eventos culturais”. Os artistas e produtores culturais foram às ruas com uma corda no pescoço simbolizando o enforcamento da cultura pelo governo Ibaneis.
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Matéria realizada com informações do site Agenda Cultural Brasília:
http://www.agendaculturalbrasilia.com.br/agenda/3503/o-futuro-do-fac-nas-maos-do-tcdf.html
Criado em 2019-06-09 03:11:57
Debate na TV Comunitária do DF, canal 12 na NET, segunda (19/9), a partir das 19h.
O Programa Brasil Nação, da TV Comunitária, convida para o debate "Novos desafios do Brasil após o golpe", com as presenças do embaixador e ex-ministro do governo Lula, Samuel Pinheiro Guimarães, o deputado Paulo Pimenta, do PT/RS e da deputada federal Érica Kokay, do PT/DF.
O debate será transmitido ao vivo, direto do auditório da emissora, com a participação da plateia fazendo perguntas aos debatedores.
As pessoas interessadas em participar do debate no auditório devem ligar para telefone (61) 3343-2713, da TV Comunitária de Brasília, para confirmarem inscrição e presença, pois só há lugares para 60 pessoas.
Os telespectadores podem enviar suas perguntas para a produção do programa pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. ou no WhatsApp (61) 98250-7170.
Criado em 2016-09-17 22:36:14
Brasília - O artista visual e cineasta Maurício Chades é o criador da exposição “Pirâmide, Urubu”, que será apresentada ao público de Brasília em espaços e momentos diferentes. A estreia será no dia 16 de junho, com cortejo em direção à videoinstalação na Cachoeira do Córrego do Urubu.
O público será convidado a interagir com a obra, que propõe cinema fora do suporte tradicional. A performance “Banho de Abdução Coletiva de Lua Cheia” começa a partir das 19h30 com um cortejo conduzido por um flautista, Fernando Cheflera, morador da região. O grupo sairá do Espaço Comunitário D’Urubu em direção à cachoeira, onde estará a videoinstalação, uma pirâmide de ferro e luz que emerge sobre as águas. Com a fumaça de um defumador, as projeções ganharão opacidade, materializando uma imagem para encontrar com os banhistas noturnos.
O artista guiará o público com o defumador em punho. Todos serão convidados a se banhar num ritual, cujo objetivo, segundo o autor, é negociar com a natureza mundos possíveis. Serão oferecidas toalhas para os participantes.
Segundo Maurício Chades, essa abdução simbólica pretende “aproveitar a noite de lua cheia para comungar um gesto ritual, convidando o público a entregar para a luz azul, para a escuridão da noite e para a água corrente tudo que já não serve”. A atividade propõe, ainda, levar o público a uma experiência cinematográfica fora do convencional. “Nesta noite, ao promover o encontro dos corpos com a imagem e motivando o público a um rolezinho noturno, lembramos que o cinema acontece no espaço, algo que se perde com o streaming”, explica o artista.
Esta espécie de peregrinação levará o público ao encontro das obras de arte em seus espaços originais que, posteriormente, serão reapresentadas em uma galeria, nas etapas seguintes do projeto. “A ideia é debater com o público a neutralização dos espaços do cinema, da arte, da internet, permitindo que o espectador acesse os trabalhos em meio à poeira, à umidade e a escuridão da qual provém, no Córrego do Urubu, para, depois, visitarem a exposição no contexto da galeria”, afirma Chades.
Uma segunda performance será realizada no Córrego do Urubu em 20 de julho. Essa etapa inclui a exibição ao ar livre do curta-metragem inédito “Juca”. E, finalmente, em 29 de julho, será aberta a exposição nas cúpulas da Torre de TV Digital. A mostra terá programação semanal com programa educativo, debate com o artista e o curador Gabriel Menotti, performances, lançamento de catálogo e ficará em cartaz até 25 de agosto.
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SERVIÇO:
PIRÂMIDE, URUBU
Performance “Banho de Abdução Coletiva de Lua Cheia”
Dia 16 de junho, domingo,
Concentração para o cortejo, às 19h30, no Espaço Comunitário D’Urubu (Largo do Araguaia)
Acesso livre
Localização: https://goo.gl/maps/VPmrhGX8vBUukFQn7
Criado em 2019-06-08 22:33:42
Romário Schettino -
O resultado eleitoral de 2016 ainda será discutido, analisado, esquartejado por um bom tempo. No entanto, os mais apressados já encontraram uma unanimidade na avaliação: os grandes derrotados são Partido dos Trabalhadores (PT), Lula, Dilma e a ideia do golpe de Estado denunciado pelos mais diversos candidatos da esquerda.
A direita não só saiu vitoriosa como tem certeza de que os antigolpistas perderam espaço político irrecuperável.
Não apareceu ainda um coveiro para dizer que o PT morreu. Não ousaria avançar nesse prognóstico por cautela, mas a vontade dos "vitoriosos" é essa mesmo, acabar de vez com essa "raça".
O PT fincou raízes profundas no Brasil dos últimos 40 anos. Mudou a configuração política, o perfil de parlamentares, prefeitos, governadores; chegou à Presidência da República e ficou lá por 14 anos.
Isso não é pouca coisa para um partido fundado em 1980 por operários, intelectuais de esquerda, igrejas progressistas e que reuniu milhares de militantes em todo o país.
É o partido que abriu as portas para as minorias, os excluídos e mostrou para o mundo que é possível fazer diferente.
No entanto, perdeu as eleições municipais, onde supostamente teria respaldo por suas políticas de inclusão social.
Onde está o erro? Para Anselm Jappe, professor do Colégio Internacional de Filosofia, em Paris, em entrevista ao site Movimento Democrático 18 de Março, "a atual crise política no Brasil é um sintoma da impossibilidade de lutar contra o capitalismo com seus próprios meios".
A conciliação levada a cabo por Lula, por mais que beneficiasse os excluídos, não eliminou o germe da devastação e o resultado foi o golpe no governo Dilma Rousseff, que ameaça tudo o que foi construído nos últimos anos.
Jappe acha que PT "foi vítima de seu próprio jogo, traído por aliados que ele próprio levou ao poder e os instalou em lugares onde eles poderiam golpeá-lo".
Para o petista histórico Olívio Dutra, ex-governador gaúcho, "foi bom o PT levar uma lambada". Ele põe toda a culpa na direção do partido, que não ouviu as bases, nem tomou providências a tempo para definir os caminhos diante da avalanche que se aproximava.
Dutra tem razão, mas é preciso reconhecer que não se trata apenas de encontrar o culpado, ou culpados. É necessário considerar o oligopólio da mídia, associado ao contexto político, social e econômico em que vive o Brasil e a crise mundial.
Deve-se também levar em conta a óbvia partidarização do Judiciário, da Polícia Federal e do Ministério Público. A luta contra a corrupção, necessária, passou a ser uma atividade seletiva cujo único objetivo é destruir o PT.
Houve graves erros de condução na disputa entre os dois projetos, o da inclusão comandado pelo PT e o do retrocesso nas políticas sociais defendido pelo PSDB.
Os petistas foram às urnas sob o bombardeio da grande imprensa, da Operação Lava Jato e das prisões arbitrárias e seletivas, sem nenhum órgão de imprensa próprio para se defender perante a população. O governo do PT não fez a reforma política que poderia ter sido feita no auge da popularidade de Lula e acovardou-se diante da imprescindível regulamentação dos meios de comunicação.
O partido caiu na vala comum das denúncias contra seus dirigentes e recebeu o carimbo do mais corrupto da historia, mas não morreu e dificilmente morrerá.
No entanto, só se reerguerá mediante profunda autocrítica, correção de rumos e ampla renovação de sua direção em todos os níveis, como querem seus dirigentes mais comprometidos com a luta democrática e popular. Lideranças petistas do Distrito Federal dizem que "o PT diminuiu na quantidade, mas é possível melhorar na qualidade, e muito".
Nessa tarefa de renovação estão os militantes do PT, historicamente aguerridos, corajosos e profundamente identificados com a estrela e o vermelho de sua bandeira.
Esses prefeitos e vereadores eleitos se trabalharem com os movimentos sociais organizados, dentro de uma Frente Ampla de Esquerda, poderão cumprir algum papel relevante em 2018, seja com Lula, Ciro Gomes, Roberto Requião, Haddad ou quem mais surgir.
É preciso esperar como serão as eleições em Belém, Fortaleza, Recife, Aracaju, Rio de Janeiro e São Luiz, onde a esquerda disputa o segundo turno.
Mas é preciso, sobretudo, lamber as feridas, superar as diferenças, esquecer o sectarismo e conquistar o eleitorado.
Criado em 2016-10-05 02:48:44
Brasília - Os gaúchos estão mantendo a tradição na capital da República. A 27ª Expochê fica em cartaz até o dia 16 de junho, no Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade, shows, comida típica e folclore. Festival de Chopp e praças do pão, do vinho e do chocolate. Apresentação da banda Nenhum de Nós, da cantora e compositora Luisa Sonza, do grupo Guri de Uruguaiana e muito mais.
O município de Canela, homenageado deste ano, apresentará cenografia inspirada no “Sonho de Natal” e o Grupo de Música e Dança União Gaúcha, de Pelotas, fará o tradicional “Bailão gaúcho”.
A Expochê é a maior feira de artigos do sul realizada fora do Rio Grande do Sul. Realizada anualmente desde 1992, a feira vai funcionar de segunda a sexta, das 16h às 23h; e aos sábados e domingos, das 11h às 23h. Os ingressos custam R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia, válida para pessoas com mais de 60 anos de idade, crianças de 8 a 12 anos, estudantes e professores) e podem ser comprados com antecedência através do site da feira, www.expotche.com.br Crianças de até sete anos de idade não pagam entrada. Ingresso gratuito também para quem for pilchado (traje típico gaúcho).
A FEIRA
Anualmente, cerca de 300 expositores (em sua maioria do Rio Grande do Sul) ocupam uma área média de 27 mil metros quadrados do Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade com estandes destinados a roupas, calçados, artesanato, produtos coloniais, muitos deles produzidos por pequenos produtores. Em 2019, 14 empreendimentos da Agricultura Familiar do Rio Grande do Sul participarão da Expochê com o apoio do Sebrae-RS e da Fetag-RS. Além disso, o evento oferece uma intensa programação de shows e grupos musicais e de dança folclórica, com apresentações diárias nos palcos Principal e Regional.
A Expochê é a única feira que acontece ininterruptamente em Brasília há 27 anos. Em seus dez dias de realização, o evento gera mais de 3.000 empregos diretos e contrata aproximadamente 40 empresas locais para prestação de serviços. Em foco estão produtos como couro, lã, malhas, calçados, acessórios, roupas de cama, mesa e banho, pijamas, jaquetas, bolsas, delícias da culinária gaúcha, vinhos, chocolates, queijos, salames e toda uma infinidade de produtos. Como já é tradição, os mais amados times de futebol gaúchos, Inter e Grêmio, também têm espaço para divulgar suas ações e fazer novos associados.
HOMENAGEM A CANELA
Como ocorre em todos os anos, a Expochê vai dedicar um espaço especial a um município gaúcho, que trará para a feira exemplos da cultura, da arte, da gastronomia que o caracteriza. Este ano, a cidade homenageada será Canela, famosa na Serra Gaúcha por realizar o Sonho de Natal. Canela trará um pouquinho da atmosfera natalina, com uma cenografia especial, inspirada nos pontos turísticos da cidade, ocupando 200m² no evento. Será possível ver parte da ambientação utilizada durante o Sonho de Natal de Canela 2018, que teve como tema “O Brilho no Teu Olhar”.
AGRICULTURA FAMILIAR
Os 14 grupos da Agricultura Familiar do Rio Grande do Sul selecionados pelo Sebrae/RS e pela Fetag irão proporcionar uma festa de sabores aos frequentadores da Expochê. Eles trarão queijos temperados, queijos coloniais, parmesão de 6 e de 12 meses, ricota e nata, sucos integrais de uva, laranja, bergamota e abacaxi, Sucos de polpas de frutas nativas como guria, pitanga, uvaia etc, linguiça colonial, salame colonial, copa italiana, vinhos e espumantes, geleias diversificadas, conservas, geleias sem açúcar, chás naturais, biscoitos sem glúten e lactose, cachaça artesanal de alambique, licores, erva mate, cuias, mel, mandolate e própolis. Além dos alimentos, estarão à mostra vários itens do artesanato tradicional da fronteira gaúcha.
ESPAÇOS E PRAÇAS
Praça do vinho – Espaço para a degustação de um dos mais celebrados produtos da região sul do País, a Praça do Vinho contará com a participação das vinícolas Valduga, Garibaldi, Monte Paschoal e Don Guerino, trazendo seus melhores vinhos e espumantes. Mais de 100 rótulos estarão à disposição do público, para consumo em taças ou em garrafas a preços especiais.
Praça do pão - Colonos da cidade de Presidente Lucena, sob o comando da chef Regina Schneider, irão preparar as tradicionais cucas, pães artesanais, chimias e geleias. Mais de 50 mil cucas devem ser consumidas durante a Expotchê.
Praça do chocolate – Uma ilha inteira de chocolates de Gramado, com o tradicional fondue de chocolate com morangos, chocolates em barra, com vários formatos e recheios, para deliciar aos apreciadores.
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SERVIÇO
Data: até o dia 16 de junho
Local: Pavilhão do Parque da Cidade
Horário: 16h às 23h - segunda a sexta
11h às 23h - sábados e domingos
Bilheteria: R$ 20 inteira e R$ 10 meia
Todos os dias na primeira hora do evento a entrada é franca (ou seja, das 16h às 17h e das 11h às 12h).
Quem comparecer pilchado (vestido de traje típico) não paga entrada
Página do evento: https://www.facebook.com/expotche/
Criado em 2019-06-08 22:27:33
A Comissão Executiva Nacional do PT divulgou hoje (5/10) resolução política em que faz um balanço da derrota eleitoral de 2016 e orienta sua militância a apoiar incondicionalmente as candidaturas do PSol, do PCdoB, da Rede e do PDT nas capitais.
Segundo a nota, o PT dará apoio também àqueles com quem já esteve no primeiro turno. O partido conclama seus filiados a reforçar seus candidatos em Recife, Juiz de Fora, Santo André, Mauá, Vitória da Conquista, Santa Maria e Anápolis.
Além disso, a direção nacional sugere aos diretórios municipais que avaliem a quem devem negar apoio e voto.
O partido afirma que dará ênfase, por meio de suas bancadas na Câmara e no Senado, no combate à PEC 241, ao projeto que internacionaliza a exploração do Pré-Sal, que acabou de ser aprovado na Câmara, e à MP da reforma do ensino médio.
Sem citar os nomes de possíveis candidatos em 2018 do PSDB e do PMDB – José Serra, Geraldo Alckmin, Marta Suplicy e Eduardo Paes –, o documento prevê disputa interna nesses partidos. O PT conclui que a esquerda deve usar essas divergências e conflitos no segundo turno das campanhas municipais.
Eis a íntegra da nota:
"1. A ofensiva desferida contra o PT pela mídia monopolizada e os aparatos da classe dominante, desde a Ação Penal 470 até as vésperas da eleição municipal, culminou com uma derrota profunda do campo democrático-popular, principalmente do nosso partido. E resultou num avanço conservador em todo o País.
2. É fundamental reconhecer, porém, ao iniciar nosso balanço – necessariamente detalhado, criterioso, sereno – que o duro revés estampado nos números deveu-se, também, a outros fatores, avultando entre eles nossos erros, cometidos antes e durante o processo eleitoral.
Analisá-los e extrair lições para recuperar o terreno perdido é uma tarefa autocrítica, a começar pela direção partidária – que não se exime de suas responsabilidades – e abrir-se para o conjunto da militância.
3. Antes disso, vale ressaltar que o cenário negativo em que se realizaram as eleições municipais é produto, em grande medida, do movimento político iniciado após o pleito de 2014 quando os derrotados passaram a sabotar o governo e a empenhar-se na sua deposição.
4. O aprofundamento da crise econômica a partir de 2015, a criminalização do PT e a ação corrosiva da mídia monopolizada erodiram a base eleitoral progressista, provocando forte recuo da influência petista sobre administrações locais e legislativos municipais.
5. Apesar da resistência ao golpe institucional, especialmente antes da votação da admissibilidade do impeachment pela Câmara dos Deputados no dia 17 de abril, o PT e a esquerda não conseguiram reconquistar o apoio, a confiança e a identidade da classe trabalhadora, dos pobres e dos setores médios, inconformados com o ajuste fiscal implementado pelo nosso governo.
6. As medidas então adotadas serviram de pretexto para que a classe dominante e os partidos conservadores impusessem a narrativa do estelionato eleitoral.
7. Mesmo afastado do governo desde maio, continuam a ser atribuídas ao PT, de forma direta ou indireta, as enormes dificuldades da economia, agravadas pelo programa ultraliberal, antinacional e antipopular aplicado pelo governo golpista.
Basta ver a campanha veiculada agora pelo governo usurpador, com um slogan de duplo sentido e que deixa evidente, ademais, a intenção de liquidar o PT. Não tivemos sucesso, durante o primeiro turno, em construir uma contranarrativa capaz de desmascarar o programa defendido pelas forças golpistas e associá-lo a seus projetos privatistas para as cidades.
8. Não conseguimos tampouco apresentar listas mais amplas de candidaturas a prefeito e vereador, o que já prenunciava uma redução numérica que, afinal, superou as expectativas mais pessimistas, sobretudo nas grandes cidades e em municípios que já governamos.
9. A “reforma política” comandada pelo ex-deputado Eduardo Cunha, reduzindo o tempo de campanha e os programas tanto no rádio quanto na televisão, acabou por limitar nossas possibilidades de enfrentamento contra os partidos de direita.
10. Da mesma maneira, ao permitir autodoações sem teto para os candidatos e ao não fixar um limite nominal para as contribuições individuais, abriram-se brechas para a influência do poder econômico, dando mais razão à nossa defesa do financiamento público exclusivo das campanhas.
11. Também teve importante impacto, particularmente nos grandes centros urbanos, a escalada antipetista da Operação Lava Jato, que nos trinta dias anteriores às eleições desencadeou ofensivas fraudulentas, mas de ampla repercussão, contra o presidente Lula e ex-ministros de seu governo.
12. Em que pese a vitória sobre o campo democrático-popular, o bloco conservador sai do primeiro turno com divergências que podem se acentuar. Não é o caso de enumerá-las agora, mas é importante tirar proveito delas na campanha do segundo turno, sobretudo nas cidades onde candidaturas progressistas enfrentarão esquemas conservadores e da direita.
13. A Direção Nacional do PT orienta nossa militância a apoiar incondicionalmente as candidaturas do PSol, do PCdoB, da Rede e do PDT nas capitais, bem como daqueles com quem já estivemos no primeiro turno. Além disso, sugere aos diretórios municipais que avaliem localmente a quem devemos negar apoio e voto.
14. Conclamamos a militância a cerrar fileiras em torno das sete candidaturas petistas neste segundo turno: Recife, Juiz de Fora, Santo André, Mauá, Vitória da Conquista, Santa Maria e Anápolis.
É decisivo envidar esforços para unir o eleitorado democrático e popular, abrindo nossas campanhas para todos e todas que desejarem compartilhar dessa empreitada.
15. A CEN parabeniza todos os governadores e prefeitos, parlamentares e militantes, que travaram o bom combate nas condições mais adversas dos últimos anos. Cumprimenta todos os candidatos e candidatas, eleitos ou não, por aceitarem, com bravura, uma tarefa fundamental na defesa de nosso partido e do legado de nossos governos.
16. Sem minimizar o resultado desfavorável, encaramos a perda como uma batalha no processo de resistência democrática e de reorganização do PT e do campo popular.
Da derrota, extrairemos lições que possibilitem reorientar nossa prática, a fim de recuperar a confiança política dos trabalhadores, da juventude, das mulheres, dos intelectuais, acumulando forças para retomar o projeto de transformação social que constitui nossa razão de ser.
17. É preciso, nesse momento, conjugar a mobilização na campanha eleitoral com o empenho de nossas bancadas na Câmara e no Senado de se mobilizarem com as bancadas de oposição para derrotarem a PEC 241, a PEC do arrocho, o PL do Pré-Sal e a MP da reforma do ensino médio.
18. Ao lado do povo brasileiro, dos demais partidos progressistas e dos movimentos sociais, os petistas continuaremos, nas urnas e nas ruas, a lutar contra o governo usurpador e a retirada de direitos, em favor de eleições diretas já e pela reforma do sistema político.
Ousar lutar, ousar vencer!
Brasília, 5 de outubro de 2016
Comissão Executiva Nacional do PT".
Criado em 2016-10-06 01:41:43
Rio de Janeiro - A arte de rua vem tomando conta do Rio de Janeiro e deixando a cidade cada vez mais colorida. Agora, o grafite vai ganhar as paredes do Centro Carioca de Design, na Praça Tiradentes, no Centro, com a mostra “Grafitarte Digital”, que abre ao público no dia 13 de junho.
A exposição será composta por dois painéis de grandes dimensões, pintados pelos artistas Juliana Fervo e Smael Vagner, além de uma instalação interativa na qual o visitante poderá criar sua própria arte, imprimir e levar de recordação. A iniciativa vai de encontro ao carácter social da mostra, que promoveu oficinas de grafite, gratuitamente, em duas escolas públicas, terminando com a transformação dos muros das instituições realizada pelos próprios alunos.
A artista Juliana Fervo foi buscar na natureza a inspiração para criar o painel, com cerca de 25m². Integrante do coletivo Ghetto Run Crew, a artista pintará seres híbridos de mulheres e borboletas para representar o poder de transformação feminino. “A mulher é um ser forte, que precisa criar asas para se libertar. Assim como o processo de metamorfose, é um caminho que precisamos percorrer sozinhas”, acredita a artista.
Já Smael Vagner vai usar sua paixão pela dança e retratar os corpos femininos a partir do balé. “Eu tenho muita admiração pelas grandes bailarinas do Brasil. Muitas mulheres são as líderes de suas companhias e conseguem gerir as pessoas de uma forma única. Foi o que me inspirou a criar minha arte dentro do tema de empreendedorismo feminino”, conta Smael.
Oficinas em escolas públicas
O projeto “Grafitarte Digital” - aprovado pela Secretaria de Cultura do município do Rio de Janeiro e patrocinado pela Uber por meio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura - também teve um braço social e promoveu oficinas de grafite em duas escolas públicas do Rio de Janeiro. Enquanto Juliana Fervo realizou os encontros no Colégio Estadual Leopoldina da Silveira, em Bangu, o artista Smael Vagner desenvolveu as aulas na Escola Municipal Bahia, no Complexo da Maré. Foram oito semanas com 12 encontros em cada instituição, com turmas formadas por cerca de 40 estudantes, participando de aulas teóricas e práticas. Ao fim do curso, os grupos estão transformando os muros das escolas em lindos painéis de grafite.
“Para nós da Sagre Consultoria, é gratificante participar de uma iniciativa como esta. Ficamos muito felizes em unir a Uber a mais um projeto de transformação social, com capacidade de impactar a vida de tantas pessoas”, afirma Marco Antônio Junqueira, sócio-diretor da empresa.
Já para Cristina Figueiredo, diretora da Korporativa, empresa responsável pela idealização e execução do projeto, a mostra trata dos desdobramentos do grafite como linguagem urbana. “’Grafitarte Digital’ é um projeto sociocultural de intervenção urbana que consiste na interação artística dos participantes do projeto em espaços públicos e mobiliários urbanos. Uma mostra completa, criativa, educativa e irreverente, que vem dialogar com as mais modernas técnicas do ‘fazer arte’. O ineditismo desta mostra se dá por meio do suporte digital, onde todos os participantes serão protagonistas da exposição”, finaliza.
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Serviço:
Grafitarte Digital
Abertura para convidados: 12 de junho, das 16h às 19h.
Temporada: 13 de junho a 6 de julho
Local: Centro Carioca de Design - Praça Tiradentes, 48. Centro.
De segunda a sexta-feira, das 10h às 19h
Entrada grátis.
Criado em 2019-06-06 01:14:59
Vídeo de curtíssima metragem mostra um posicionamento político de Arlete Sampaio, médica sanitarista, fundadora do PT e da CUT, que já exerceu, no DF, o cargo de vice-governadora, deputada distrital e Secretária de Estado da SEDEST. No Governo Federal, foi Secretária Executiva do Ministério de Desenvolvimento Social e Combate à Fome - MDS - quando Lula foi o presidente do Brasil.
Criado em 2016-10-07 01:23:50
Rio de Janeiro - O Museu de Arte do Rio (MAR) está com entrada gratuita em todas as suas exposições até o dia 25 de junho. Aproveite!
Os visitantes – cariocas e/ou turistas – poderão conhecer, de graça, “O Rio dos Navegantes”, “Rosana Paulino: a costura da memória” e “Mulheres na Coleção MAR”, além da instalação “Fluxo”, primeira sala imersiva do museu.
O museu está aberto de quarta a domingo, das 10h às 17. Às terças-feiras o MAR funciona com horário estendido até 19h. Já às segundas-feiras, o museu fecha para o público.
Sobre as exposições em cartaz:
O Rio dos Navegantes (em cartaz até março de 2020):
A mostra traz uma abordagem transversal da história do Rio de Janeiro como cidade portuária, do ponto de vista dos diversos povos, navegantes e imigrantes que desde o século XVI passaram, aportaram e por aqui viveram. “O Rio dos Navegantes” ocupa integralmente o terceiro andar do pavilhão de exposições e a Sala de Encontro, localizada no térreo, até março de 2020. O diretor cultural do MAR, Evandro Salles, é o idealizador e coordenador de curadoria e Francisco Carlos Teixeira, o consultor histórico. Também assinam a curadoria e a pesquisa Fernanda Terra, Marcelo Campos e Pollyana Quintella.
“O Rio dos Navegantes” reúne cerca de 550 peças históricas e contemporâneas, entre pinturas, fotografias, vídeos, instalações, objetos, documentos, esculturas, etc. Estão presentes trabalhos de artistas como Ailton Krenak, Antonio Dias, Arjan Martins, Augusto Malta, Belmiro de Almeida, Custódio Coimbra, Guignard, Iran do Espírito Santo, João Cândido (João Cândido Felisberto), Kurt Klagsbrunn, Lasar Segall, Mayana Redin, Mestre Valentim, Osmar Dillon, Rosana Paulino, Sidney Amaral, Virginia de Medeiros, além de jovens artistas como Aline Motta e Floriano Romano.
Fluxo (até novembro de 2019):
O primeiro espaço imersivo do MAR tem o objetivo de propor ao visitante uma experiência sensorial. A instalação de estreia, Fluxo, foi desenvolvida por uma equipe multidisciplinar liderada pela diretora criativa Liana Brazil, da SuperUber. A sala localizada no primeiro andar do pavilhão de exposições é uma aposta da direção do museu, por meio de sua diretora executiva, Eleonora Santa Rosa, e faz parte de um novo núcleo de trabalho da instituição.
“Fluxo” é uma experiência imersiva que explora o movimento contínuo, fluido, espontâneo. Ao entrar na sala escura, o visitante perceberá que suas pegadas criam rastros que o conectam a um núcleo onde imagens e sons inspirados na exuberante natureza do Rio de Janeiro surgem de todos os lados. Constelações, águas, tempestades e traçados ancestrais são projetados em telas que envolvem o público e o transportam para um espaço-tempo outro, fora da história, livre de começos-meios-fins.
Rosana Paulino: a costura da memória (em cartaz até agosto de 2019):
Após temporada de sucesso na Pinacoteca, em São Paulo, a maior individual da artista já realizada no Brasil chegou à cidade com 140 obras produzidas ao longo dos seus 25 anos de carreira. Assinada por Valéria Piccoli e Pedro Nery, curadores do museu paulistano, a mostra reúne esculturas, instalações, gravuras, desenhos e outros suportes, que evidenciam a busca da artista no enfrentamento com questões sociais, destacando o lugar da mulher negra na sociedade brasileira.
Mulheres na Coleção MAR (em cartaz até agosto de 2019):
A exposição faz um recorte de obras de mais de 150 artistas históricas e contemporâneas, brasileiras e estrangeiras, que integram o acervo do museu. Estão presentes: Tarsila do Amaral, Tomie Ohtake, Beatriz Milhazes, Güler Ates, Marie Nivouliès de Pierrefort, Abigail de Andrade, Louise Bourgeois, Neide Sá, Jenny Holzer, Leila Danziger, Vânia Mignone e Célia Euvaldo.
Pela primeira vez na história do MAR, a curadoria foi realizada a partir de um processo colaborativo que envolveu cerca de 30 mulheres de todos os setores do museu, entre seguranças, recepcionistas, produtoras, auxiliares administrativas e de serviços gerais, advogadas, jornalistas, designers, museólogas e gestoras. Em uma série de encontros realizados ao longo de dois meses, sob a orientação da equipe de Curadoria e Pesquisa, as funcionárias trocaram experiências de vida e de trabalho, conversaram sobre o universo feminino e a respeito das múltiplas representações da mulher na arte, nos espaços culturais, na família e na sociedade.
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Serviço:
Entrada: Visitação gratuita de 25 de maio a 25 de junho.
Horário de funcionamento: às terças-feiras o MAR funciona com horário estendido até 19h. Quarta a domingo, das 10h às 17h. Às segundas-feiras o museu fecha para o público.
Informações pelo telefone (21) 3031-2741 ou pelo site: www.museudeartedorio.org.br
Endereço: Praça Mauá, 5 – Centro.
Criado em 2019-06-06 01:09:27
Romário Schettino -
O Petróleo não é nosso
O Orçamento é deles
A Justiça é dos ricos
A imprensa é seletiva
A política é desprezada
O pobre é visto como um entulho
O Brasil que se dane!
Criado em 2016-10-10 18:54:30